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domingo, 31 de maio de 2026

Prefeitura de Tabira inaugura nova Central de Regulação e TFD


Na noite desta sexta-feira (29), dentro da programação do Sextou com Inauguração e das comemorações pelos 77 anos de emancipação política de Tabira, o prefeito Flávio Marques inaugurou a nova Central de Regulação e TFD (Tratamento Fora do Domicílio).

Localizado na Rua Silvana Silveira e Silva, o espaço foi reformulado pela Secretaria Municipal de Saúde para oferecer mais conforto, organização e agilidade no atendimento à população. A nova estrutura conta com ambientes climatizados, sala de marcação, quatro guichês de atendimento ao público, emissão do Cartão SUS, Espaço Kids, coordenação, almoxarifado, arquivo, copa e banheiros acessíveis.

Durante a solenidade, o prefeito destacou a importância do investimento para melhorar o acesso da população aos serviços de saúde, garantindo mais eficiência nos processos e melhores condições de atendimento aos usuários. A inauguração contou com a presença de secretários municipais, vereadores, servidores da saúde e a população em geral.

A nova Central de Regulação e TFD passa a funcionar em uma estrutura moderna e informatizada, preparada para atender a demanda do município com mais qualidade e comodidade.

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Coluna do Domingão: porquê a estratégia de João ainda não pegou?


Porquê a estratégia de João ainda não pegou?

A divulgação de duas pesquisas importantes essa semana,  fechando com a divulgação do Datafolha,  mostraram a confirmação de uma curva de crescimento de Raquel Lyra em paralelo a uma queda com curva de João Campos.

João caiu relativamente pouco, mas Raquel subiu muito. Vários fatores estão sendo colocados como determinantes para essa movimentação: Raquel melhorou a avaliação positiva do governo,  João Campos perdeu o alicerce que o governo do Recife lhe dava nas redes, os votos de Eduardo Moura migraram para Raquel, os Coelho melhoraram o desempenho da governadora no Sertão do São Francisco,  dentre outros menos impactantes.

Mas entrando a fundo nos levantamentos, um dado chama muito a atenção: entre os eleitores que se dizem lulistas ou de esquerda,  praticamente metade ou no mínimo 40% dizem votar em Raquel Lyra,  com a outra metade, podendo chegar a 60% em João Campos e 12% não opinaram. Já entre os bolsonaristas, Raquel chega entre 70% e 80%. O ex-prefeito do Recife só ganha entre os que se dizem de centro,  de pouco, vantagem na casa de dez pontos, em um grupo de baixa densidade eleitoral.

Resumo da ópera: João Campos e seu staff não estão colocando na cabeça do eleitorado de esquerda que ele é o nome do lulismo em Pernambuco.  Isso se explica por vários fatores, e a maioria deles não depende de João.  Campos já diz aos quatro cantos que é o candidato de Lula, mas Lula não diz que seu candidato é João. Some-se a isso o partido de Lula no estado,  o PT, ter aderido ao modelo “total flex”, com parte majoritária aderindo ao candidato socialista,  mas nomes como João Paulo, Doriel Barros,  Flávio Marques (aliadíssimo de Carlos Veras) e outros agarrados a Raquel. Isso embaralha e dá permissividade ao eleitor. “Se eles podem, porque eu não?”

Isso explica a longa reunião entre João Campos e Lula, a ponto de interferir na logística do socialista que não foi a Triunfo. A conversa durou mais que o esperado e João deve ter externado a necessidade de que Lula ponha a cara na sua campanha. Em Serra, saiu dizendo ter ouvido um sim do presidente. “Lula percorrerá o Estado comigo”.

Tudo pode acontecer,  mas o momento exige para Campos um ajuste de rota,  antes que não se encontre mais o rumo…

Fase três

Ainda não se chegou à terceira e decisiva fase do processo eleitoral em Pernambuco,  que teve uma pré-campanha muito antecipada,  a atual pré-campanha e vai viver a campanha pra valer. Ou seja, ainda há muitos fatores em jogo até o dia da eleição,  o que não justifica agora nem euforia nem desespero.

Quando Raquel não poderá 

A partir de 4 de julho de 2026 (três meses exatos antes do primeiro turno), a governadora Raquel Lyra não pode comparecer a inaugurações de obras públicas. A lei não proíbe a assinatura de contratos, licitações ou ordens de serviço em si, mas a Justiça Eleitoral é rigorosa. O ato não pode ter caráter de promoção pessoal ou conotação eleitoral que desequilibre a disputa. Muitos aliados de João Campos colocam agora que as ações de Raquel no estado é que desequilibram o pleito.

O preço que se paga

Sandrinho Palmeira tomou a decisão correta ao manter o teto de AMUPE e MP e só contratar artistas de até R$ 350 mil. Mas paga um preço por ver vizinhos ignorarem o definido. Matheus e Kauan estiveram em Sertânia da prefeita Pollyanna Abreu,  com cachês de R$ 700 mil. E na Expocose, só Xand Avião e Wesley Safadão custam juntos mais de R$ 2 milhões. E é só um exemplo. Aí a população de Afogados pergunta: porque lá pode e aqui, não?

O blog avisou

Quando houve a definição do teto,  o blog avisou: em 26 de março,  em um dos comentários sobre o tema, este jornalista destacou com a manchete “Teto para cachês: tem prefeito que não vai querer se adequar”. E escreveu: haverá quem acate o teto e quem tente contornar a regra. Pelo andar da carruagem,  a exceção é dos que cumprirão o teto. Como consolação, a população está acordando para essa inversão de prioridades com dinheiro público.

Múltipla recorreu

Como anunciado,  o instituto Múltipla recorreu para derrubar a liminar que busca segurar, até o julgamento do mérito, a divulgação da pesquisa divulgada na última segunda. O MDB alegou questões de ordem formal que segundo o instituto serão facilmente dirimidas. Em duas décadas de atuação, o instituto não tem nenhuma condenação na justiça.

Relatório será publicado

A censura à pesquisa só potencializaram a repercussão do levantamento.  Isso porquê só se quer proibir aquilo que não pode ser conhecido. Uma burrice principalmente pela imagem do instituto, que trouxe os mesmos dados do Datafolha. A ponto de gerar um compromisso: tão logo caia a liminar, o blog vai publicar o relatório da íntegra, com exclusividade,  mostrando a lisura da parceria.

“Tudo combinado”

A teoria da mais engraçada propagada para tentar descredenciar a pesquisa foi a de que “Múltipla,  Datafolha e Raquel Lyra combinaram pra saírem com três dias entre uma e outra” e dar impressão de resultado verossímil.

Sandrinho acordou nas redes

Depois da pneumonia,  Sandrinho Palmeira oxigenou as redes.  Agora, começa a divulgar ações que muitos nem conheciam. Falta bombar e fortalecer o diálogo nos veículos de massa, como o rádio. Em nenhuma cidade com a dimensão de Afogados,  a comunicação tem uma estrutura tão diminuta,  praticamente nas costas de um homem só,  Rodrigo Lima. Isso cobra um preço.

Pressão ou acordão ?

Ninguém ainda têm certeza do que fez a Câmara de Arcoverde dar uma guinada de 360 graus, ou um duplo twist carpado, para depois de tantas promessas de cassação pelo G9, abortarem o projeto “Luciano Pacheco fora”. Há quem diga que pesou a pressão da opinião pública nas redes e do movimento de vereadores de todo o Nordeste, sob articulação de Pacheco. E corre a informação de que teria havido um acordão pra enterrar a história, que já havia desenterrado outros podres da Casa James Pacheco. Os vereadores negam.

Inatacável

Só o jogo baixo da política pode explicar críticas que foram levadas à imprensa sobre a atuação do Secretário de Administração de Serra Talhada, Renan Pereira, em relação à condução de processos seletivos da sua pasta. Renan respondeu com equilíbrio provando não haver gato na tuba. De tão correto, sempre buscou discrição e nunca buscou holofotes para querer aparecer mais que a gestora Márcia Conrado, como fazem tantos. Tem um ditado que diz que, na política como ela é hoje, há pessoas tão boas que não prestam para esse universo. Renan se aplica bem a essa definição.

Frase da semana:

“Tá muito cedo pra pesquisa preocupar”.

Do ex-prefeito de Caruaru e aliado de João Campos,  Zé Queiroz,  sobre as pesquisas da semana favorecendo Raquel Lyra.


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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Bolsa Família: emancipação, economia e a desconstrução do preconceito

OPINIÃO

  • * Por André Naves

No debate público brasileiro, poucos temas despertam tantas paixões – e, infelizmente, tanta desinformação – quanto o Bolsa Família. Frequentemente reduzido ao rótulo superficial de “assistencialismo”, o programa é, na realidade, uma das tecnologias sociais mais sofisticadas do mundo para o enfrentamento da pobreza intergeracional. Ele não atua apenas no alívio imediato da fome; funciona como um estruturador de direitos fundamentais e um poderoso motor para as economias locais.

Compreender o Bolsa Família exige afastar o preconceito e fixar o olhar nos dados e na realidade constitucional. Longe de ser um sistema desordenado de distribuição de renda, o ingresso no programa obedece a critérios técnicos rigorosos através do Cadastro Único (CadÚnico). Funciona como um verdadeiro “raio-X” da vulnerabilidade social do país. Estar cadastrado, contudo, não é garantia de recebimento: a seleção é impessoal, automatizada mensalmente pelo governo federal e prioriza as famílias de menor renda com maior número de crianças e adolescentes.

O grande trunfo do programa – e um de seus pontos menos compreendidos – reside nas condicionalidades. O Estado não realiza uma mera transferência financeira; ele firma um contrato social. Para manter o benefício, as famílias precisam cumprir contrapartidas rígidas na saúde (como vacinação em dia e pré-natal) e na educação (frequência escolar mínima).

Essas regras não são burocracia. São mecanismos de proteção à infância e de ruptura do ciclo da miséria. Se uma criança falta à escola, o sistema emite um alerta precoce para que o poder público identifique a causa, seja ela o trabalho infantil ou a violência doméstica.

Outra crítica recorrente e infundada é a de que o programa “aprisiona” seus beneficiários. A atual arquitetura do Bolsa Família foi desenhada justamente para incentivar a formalização do trabalho por meio da chamada Regra de Proteção. Ao conquistar um emprego com carteira assinada, o cidadão não perde o benefício imediatamente: ele pode permanecer no programa por até dois anos recebendo 50% do valor. Essa rampa de transição suave garante a segurança econômica necessária para que o trabalhador aceite novas oportunidades e busque a autonomia sem o fantasma da fome imediata.

Em tempos de pós-verdade, combater mitos com dados científicos é uma questão de responsabilidade ética. Três grandes falácias caem por terra quando analisadas pelo retrovisor da ciência econômica:

  • O suposto “efeito preguiça”: pesquisas do Banco Mundial e do Ipea demonstram que a imensa maioria dos beneficiários adultos trabalha, mas na extrema precariedade da informalidade. O benefício é complemento, não substituto do salário.
  • O mito da natalidade: dados do Censo do IBGE provam que a taxa de natalidade segue caindo no Brasil, inclusive nas regiões de maior cobertura do programa. O valor pago por filho é insuficiente para cobrir os custos reais de criação, desidratando a tese de “ter filhos para ganhar mais”.
  • O destino do recurso: estudos de padrão de consumo mostram que o dinheiro é gasto majoritariamente em alimentação, remédios e material escolar. O impacto disso na economia é multiplicador: cada R$ 1,00 investido no programa gera um crescimento superior a R$ 1,70 no PIB, pois o recurso é injetado diretamente no comércio local.

O Bolsa Família não é uma política de submissão, mas de emancipação. Em uma sociedade estruturalmente desigual como a nossa, falar em meritocracia sem uma base material mínima é uma ilusão cruel. Ao garantir nutrição e escola para as novas gerações, estamos investindo no capital humano e na estabilidade do país. Enxergar o programa como investimento, e não como gasto, é o primeiro passo para consolidar um futuro verdadeiramente justo.



(*) André Naves é Defensor Público Federal especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social, Mestre em Economia Política, Comendador Cultural, escritor e professor. Saiba mais em www.andrenaves.com ou em suas redes sociais @andrenaves.def.

Fonte https://diariopcd.com.br/bolsa-familia-emancipacao-economia-e-a-desconstrucao-do-preconceito/

Postado Pôr Antônio Brito

Inconformados com resultado, aliados de João tentam censurar pesquisa Múltipla

 

Aliados do ex-prefeito e pré-candidato João Campos recorreram à estratégia de, 72 horas depois da divulgação, buscar censurar a divulgação da pesquisa Múltipla.

A estratégia foi de criar confusão na cabeça do eleitorado, dada a divulgação de outra pesquisa com praticamente o mesmo resultado, do Datafolha, que deu 48% a 43% pró Raquel. Soltar a informação de que uma pesquisa teria sido “suspensa” alimenta a militância e cria desinformação.

CARD TENTA CONFUNDIR COM DATAFOLHA

Prova disso é que o card distribuído pelos socialistas apenas informa “Justiça suspende pesquisa com Raquel na frente”, sem citar o instituto, para dar a impressão de que seria a pesquisa do instituto Datafolha, que saiu hoje.

LIMINAR NÃO JULGA MÉRITO

O que houve foi uma decisão a pedido do MDB estadual, aliado serviçal do PSB, que quer proibir a divulgação da pesquisa 72 horas depois de um resultado já conhecido, alegando questões de ordem técnica e formal. Liminar é uma medida jurídica para garantir o direito em caso de dolo, que se derruba no mérito, principalmente ao se comprovar o que já é de domínio público: a lisura do Instituto, inclusive celebrado por sua credibilidade por muitos socialistas em seus municípios, quando lideram levantamentos.

Nas pesquisas anteriores, com o socialista liderando, não houve manifestação ou questionamento. A virada gerou a ação. Tanto para o blog quanto para o Múltipla, apesar de achar que a civilização avançou, não há novidades nesse sentido. Ambos confiam no trabalho que realizam e que vai continuar.

O Datafolha, aliás, mostrou a mesma tendência hoje. A se conferir os próximos levantamentos.

https://nilljunior.com.br/inconformados-com-resultado-aliados-de-joao-tentam-censurar-pesquisa-multipla/

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Coluna Diária: Trajando Direitos - Jurisdição Extraterritorial: Soberania de Dados e os Desafios do Direito Internacional frente aos Data Centers Espaciais Chineses para 2030

 

O embate entre o Tratado do Espaço de 1967 e a governança de dados na órbita terrestre.

Se você acha que a "nuvem" onde guarda suas fotos e arquivos fica em um lugar abstrato, saiba que ela depende de gigantescos prédios na Terra que consomem muita energia e água para refrigeração. De olho nisso e no controle geopolítico mundial, a China anunciou um plano audacioso: construir data centers espaciais até 2030. No Trajando Cidadania de hoje, vamos entender como essa mudança física vai bagunçar as leis do mundo inteiro.

1. Por que levar servidores para o espaço?

A lógica da engenharia chinesa é brilhante: no espaço sideral, a refrigeração é "grátis" devido ao frio extremo do vácuo, e a energia solar é abundante e ininterrupta. Além disso, processar dados diretamente em órbita acelera a comunicação de redes de satélites e inteligências artificiais.

Mas o que acontece quando esses servidores deixam de responder às leis de um território terrestre?

2. O Conflito da Soberania Digital no Vácuo

Pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, nenhum país pode reivindicar a posse do espaço ou da Lua. No entanto, o tratado diz que o país que lança um objeto mantém a "jurisdição e o controle" sobre ele.

  • O Impasse: Se a China constrói um supercomputador na órbita, aquela máquina segue as leis chinesas. Se uma empresa brasileira ou europeia contratar espaço nessa "nuvem espacial" para armazenar dados de seus cidadãos, quem protege a privacidade deles? A LGPD brasileira ou as diretrizes de segurança de Pequim? O Direito Internacional nunca teve que lidar com dados flutuantes sem fronteiras físicas.

3. Espionagem, Ataques e o Direito de Defesa

Levar os dados do mundo para o espaço transforma os servidores em alvos militares prioritários. O debate nos tribunais internacionais gira em torno da segurança cibernética:

  • Se um país ocidental fizer um ataque hacker a um data center chinês no espaço, isso viola o tratado de exploração pacífica do vácuo?

  • E se a China usar esses servidores para interceptar comunicações globais diretamente da órbita? A falta de uma regulamentação específica para o tráfego de dados espaciais cria uma "zona cinzenta" perigosa.

4. O Lixo Espacial Digital

Até 2030, a órbita da Terra estará ainda mais congestionada. Data centers exigem manutenção e, eventualmente, se tornam obsoletos. O Direito Espacial impõe a responsabilidade ao país lançador por qualquer colisão. Se um módulo de servidores desativado da China colidir com um satélite de comunicações brasileiro, a conta da indenização será astronômica e imediata, baseada na responsabilidade absoluta das nações no espaço.

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Dizemos que entender a geopolítica dos dados espaciais é Trajar Direitos porque a sua privacidade e a soberania do Brasil dependem de onde a informação é guardada.

Trajar esse direito é perceber que a internet do futuro não passará apenas por cabos submarinos, mas cruzará o céu. Se o Brasil não participar ativamente da criação das novas leis internacionais de governança de dados espaciais, seremos obrigados a aceitar as regras ditadas pelas superpotências que dominam a órbita. Cidadania digital é saber que a proteção da sua identidade e dos segredos do nosso país agora também se defende olhando para as estrelas.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

Tabira 77 anos: prefeito anuncia pacote de obras


Por Júnior Alves

A Prefeitura de Tabira anunciou, na noite dessa quarta-feira, um pacote de obras e investimentos em infraestrutura urbana, mobilidade e saúde pública.

Durante solenidade realizada dentro da programação dos 77 anos de emancipação política do município, o prefeito Flávio Marques e o vice-prefeito Marcos Crente assinaram diversas ordens de serviço.

Entre as ações anunciadas está o asfaltamento de 13 ruas, fruto de uma parceria entre o Governo Municipal e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba.

As ruas que serão asfaltadas são as seguintes: Rua Francisco Borges de Freitas, Rua Alberto Cordeiro Pessoa, Rua Eduardo Domingos de Lima, Travessa José Ivan Guedes de Melo, Rua Domingos Rodrigues, Rua Aprígio de Brito Galvão.

Rua Clóvis de Siqueira Xavier, Travessa Heleno de Brito Galvão, Rua Francisco Antônio da Rocha, Rua Firmino Gregório de Santana, Rua Antônio Soares de Souza, Rua Neco Pereira e Rua José Cordeiro da Silva.

Outra obra autorizada foi a construção do novo CAPS, Centro de Atenção Psicossocial, que será instalado em frente ao Posto Nogueirão, na saída para Afogados da Ingazeira. O equipamento promete ampliar o atendimento em saúde mental no município.

Durante o evento, também foi assinada a ordem de serviço para revitalização dos canteiros centrais das avenidas Coronel Zuza Barros e Antônio Pereira Amorim. O projeto prevê uma completa modernização do trecho compreendido entre o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e a Delegacia de Polícia, incluindo novo paisagismo, iluminação, letreiro turístico e até uma fonte luminosa, dando uma nova identidade visual à área urbana da cidade.

Fechando os anúncios da noite, a gestão municipal assinou ainda a abertura do processo licitatório para construção de uma pista de cooper ligando o Bairro João Cordeiro ao Bairro Riacho do Gado. A obra será realizada por meio de emenda do deputado Carlos Veras.

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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Múltipla: Raquel tem 43% e João Campos, 39%

 

Por Nill Júnior

Na simulação para segundo turno, 44% a 41% pró Raquel.  Considerando a margem de erro, quadro é de empate técnico

A governadora Raquel Lyra (PSD) lidera pela primeira vez matematicamente as intenções  de voto para o governo de Pernambuco de acordo com pesquisa Múltipla contratada com exclusividade pelo blog.

Na pesquisa estimulada, em que são oferecidas as opções para o entrevistado, ela tem 43%, contra 39% do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo, João Campos, do PSB.

Ivan Moraes, do PSOL, aparece com 2%. Não opinaram 1% dos entrevistados. Indecisos são 8%. Votam branco e nulo 7%.

Considerando a margem de erro, de 3% para mais ou para menos, o quadro é de empate técnico. Raquel tem entre 40% e 46%. Já João Campos, entre 36% e 42%.

Na pesquisa divulgada em fevereiro, João tinha 42% e Raquel, 29%. A governadora cresceu 14 pontos percentuais, enquanto João Campos caiu 3%. Esse número de Campos chegou a ser de 47% em novembro, quando Raquel aparecia com 27%.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra tem 44% e João Campos, 41% dos votos. Não opinaram 1%. Indecisos são 8%. Brancos e nulos, 8%. Em fevereiro, o resultado era 47% a 32%

Um dos fatores que explicam a mudança de percepção do eleitor, segundo Ronald Falabella, Diretor do Instituto Múltipla, é a avaliação da governadora Raquel Lyra, que apresentou melhora, além do seu crescimento na Região Metropolitana do Recife. João lidera, mas com uma vantagem menor, de 50% a 36%. Raquel vence no Sertão (47% a 41%), Agreste (52% a 33%) e Zona da Mata (49% a 30%).

Rejeição

A rejeição de Raquel Lyra é maior que a de João Campos: 36% dizem que não votariam nela de jeito nenhum, contra 30% que rejeitam o socialista. Conhecem Raquel e talvez votem, 20%. Os que talvez votem em João são 25%. Conhecem e votam com certeza em Raquel 42%. Conhecem e votam em João com certeza 38%.

No caso de Ivan Moraes, 2% conhecem e votam com certeza,3% conhecem e talvez votem, 9% conhecem e não votam de jeito nenhum e 85% não o conhecem.

Maioria da população ainda está pouco ou muito interessada na eleição

O Múltipla quis saber qual o interesse da população pernambucana na eleição nesse momento. Um total de 35% se disse pouco interessado, contra 31% que disseram não estarem interessados de nenhum e 32% que estão muito interessados.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem o número de identificação PE – 07611/2026 e BR – 00432/2026. Contratada pelo blog, foi a campo entre 16 a 20 de maio, com 1.070 entrevistas. A margem de erro de 3% para mais ou para menos.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

CONADE recomenda que reconhecimento de direitos PcD existam após implementação de Avaliação Biopsicossocial

CONADE recomenda que reconhecimento de direitos PcD existam após implementação de Avaliação Biopsicossocial

Manifestação solicita ao Congresso Nacional para que se abstenha de aprovar dispositivos legais que promovam o reconhecimento automático de grupos, doenças, condições de saúde ou situações diversas como caracterizadoras da condição de pessoa com deficiência, sem observância do modelo biopsicossocial.

O CONADE – Conselho Nacional do Direitos das Pessoas com Deficiência encaminhou nesta semana uma Recomendação ao Congresso Nacional para que se abstenha de aprovar dispositivos legais que promovam o reconhecimento automático de grupos, doenças, condições de saúde ou situações diversas como caracterizadoras da condição de pessoa com deficiência, sem observância do modelo biopsicossocial previsto na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e na legislação brasileira.

Para Roberto Paulo do Vale Tiné –  presidente da instituição, “a manifestação do Conselho reforça que o Brasil adotou o modelo social da deficiência, fundamentado na análise individualizada das barreiras enfrentadas por cada pessoa, conforme previsto na Convenção da ONU e na Lei Brasileira de Inclusão (LBI). A Recomendação destaca a importância da avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, garantindo critérios técnicos uniformes, equidade, segurança jurídica e proteção efetiva às políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência. O CONADE alerta ainda que o reconhecimento automático, baseado exclusivamente em diagnósticos ou grupos específicos, pode gerar distorções nas políticas públicas, insegurança jurídica e enfraquecimento do modelo biopsicossocial construído historicamente pelo movimento das pessoas com deficiência”.

Um dos exemplos é o caso da fibromialgia – reconhecendo que sejam consideradas pessoas com deficiência, LEI Nº 15.176, DE 23 DE JULHO DE 2025. Mas a legislação determina que “a equiparação da pessoa acometida pela doença à pessoa com deficiência fica condicionada à realização de avaliação biopsicossocial por equipe multiprofissional e interdisciplinar que considere os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo, os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais, a limitação no desempenho de atividades e a restrição de participação na sociedade, nos termos do art. 2º da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência)”.

Confira a íntegra da manifestação do CONADE:

Fonte https://diariopcd.com.br/conade-recomenda-que-reconhecimento-de-direitos-pcd-existam-apos-implementacao-de-avaliacao-biopsicossocial/
Postado Pôr Antônio Brito

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Gestão Fredson Brito leva SJEgito à Brasília e município é destaque nacional em investimentos agricultura familiar












A gestão do prefeito Fredson Brito segue acumulando resultados expressivos e reconhecimento nacional. Em apenas 1 ano e 5 meses de administração, São José do Egito já aparece entre os grandes destaques do Brasil no Prêmio Prefeitura Empreendedora do SEBRAE, graças aos investimentos e políticas públicas voltadas para a agricultura familiar.

O reconhecimento nacional reforça o trabalho desenvolvido pela gestão municipal no fortalecimento do homem e da mulher do campo, através de programas de capacitação, incentivo à produção rural, fortalecimento de associações e ampliação da participação dos agricultores em programas como o PNAE e o PAA.

Ao lado da primeira-dama Dra. Lúcia e do secretário de Desenvolvimento Econômico Pedro Lira, o prefeito Fredson recebeu homenagem em Brasília, levando o nome da Terra da Poesia ao cenário nacional.

A conquista também reflete o momento positivo vivido pela gestão municipal, que mantém uma aprovação superior a 80%, resultado de uma administração marcada por obras, investimentos, presença nas comunidades e ações em áreas como educação, saúde, infraestrutura, assistência social e desenvolvimento econômico.

“Esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo, trabalhando com seriedade, compromisso e resultados. O fortalecimento da agricultura familiar é uma prioridade porque transforma vidas e movimenta a economia da nossa cidade”, destacou Fredson.

Com forte aprovação popular e reconhecimento fora de Pernambuco, a gestão Fredson Brito consolida São José do Egito como referência em desenvolvimento, inovação e compromisso com o povo.

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