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quinta-feira, 5 de março de 2026

Brasil leva primeira Seleção de jovens em cadeira de rodas para camping e competição na Argentina

Atletas de cadeira de rodas da Seleção Brasileira de jovens do atletismo no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo | Foto: Diogo Moraes/CPB.

Cinco jovens brasileiros irão participar de um camping internacional de treinamento de corrida em cadeira de rodas e do 4º Open Provincia de Neuquén, na Argentina, entre 16 e 21 de março. Esta será a primeira missão internacional do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para atletas sub-23 que correm em cadeira de rodas.

Eduardo Leonel, treinador do CPB, afirmou que a interação com atletas estrangeiros proporcionará um desenvolvimento importante aos jovens esportistas.

“Chamamos os melhores jovens do Brasil, com um nível técnico muito alto. O ambiente com outros atletas de velocidade é muito bom para o desenvolvimento dos atletas da corrida em cadeira de rodas. E haverá muita interação entre os desportistas e com treinadores estrangeiros, rodas de discussões sobre temas muito específicos da corrida em cadeira, que é muito distinta da realizada pelos atletas de outras classes. Além disso, ter uma vivência em uma missão internacional é muito importante, pois é um ambiente muito diferente daquele das competições aqui no Brasil”, disse.

Para Eduardo, o surgimento destes novos atletas reflete um investimento do CPB que, desde 2022, adquiriu cerca de 90 cadeiras de rodas para serem distribuídas a Centros de Referência e clubes. Além disso, a entidade realiza, desde o mesmo ano, camping internacionais dedicados a provas de velocidade em cadeira de rodas.

“Os Jogos Paralímpicos de Los Angeles vão oferecer cerca de 80 medalhas em corridas para atletas em cadeira de rodas. Queremos chegar nas próximas edições brigando por uma fatia cada vez maior delas”, completou Eduardo.

O caçula do grupo, o paulista Geovanne Amorim Farias, 16, chegou ao Movimento Paralímpico por meio da Escola Paralímpica de Esportes, iniciativa do CPB que proporciona a iniciação esportiva de crianças e jovens com deficiência gratuitamente em 15 modalidades. Ele começou a participar do projeto no final de 2022, por indicação de um professor de Educação Física.

Primeiro, Geovanne fez aulas de badminton e, no ano seguinte, migrou para as provas de velocidade. Mesmo jovem, ele já realiza parte de seus treinos junto à equipe de alto rendimento da modalidade no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, além de participar das atividades do grupo de transição da Diretoria de Desenvolvimento Esportivo do CPB.

“Fiquei emocionado com minha primeira convocação internacional. Quero pegar o máximo de experiência possível conversando com outros atletas, treinando com eles”, disse o jovem.

A mineira Kassia Aparecida de Souza, 19, começou a praticar atletismo com 12 anos, no arremesso e no lançamento. Mudou para as provas de pista em 2024 e, em 2025, passou a morar em São Paulo para treinar no Centro de Treinamento Paralímpico.

“Estou muito animada, feliz e ansiosa com a convocação. É algo que todo atleta sonha”, afirmou;

Confira os convocados:
Kassia Aparecida Pires de Souza
Wellington Kaã Silva Oliveira
Eduardo Bento de Moraes da Silva
Tarcisio Alves Nunes Barboza
Geovanne Amorim Farias

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do atletismo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-leva-primeira-selecao-de-jovens-em-cadeira-de-rodas-para-camping-e-competicao-na-argentina/

Postado Pôr Antônio Brito

quarta-feira, 4 de março de 2026

Com relatoria de Carlos Veras, Poesia do Pajeú avança para se tornar manifestação da cultura nacional


O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) votou pela aprovação, em seu parecer como relator, do Projeto de Lei 4.254/2025, que reconhece a Poesia do Pajeú como manifestação da cultura nacional. A proposta, de autoria do deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE), já recebeu o aval da Comissão de Cultura (CCULT).

O texto deve seguir para votação em plenário nesta terça-feira (3).

Em seu relatório, Veras enfatiza que o reconhecimento oficial corrige uma lacuna histórica e institucional. Para o parlamentar, a medida eleva a tradição sertaneja ao patamar das grandes artes brasileiras. “Trata-se de uma expressão cultural singular, de inequívoca relevância histórica, que resiste à massificação e ao esquecimento, mantendo-se viva e vibrante nas feiras, nas calçadas e nos festivais”, defende o relator.

Além do peso cultural, o deputado destaca o papel pedagógico da poesia regional. Segundo Veras, o rigor gramatical e a riqueza vocabular dos poetas de bancada e repentistas servem como um sistema de transmissão de conhecimento cotidiano para as novas gerações.

O texto aponta que crianças da região aprendem a contar sílabas poéticas de forma lúdica, facilitando o domínio da Língua Portuguesa por meio da métrica e das rimas. “Do ponto de vista educacional, a Poesia do Pajeú realmente funciona como um sistema de transmissão de conhecimento cotidiano. Crianças aprendem a contar sílabas poéticas e, por meio delas, perfazem ludicamente o caminho de acesso à Língua Portuguesa. O rigor gramatical e a riqueza vocabular presentes nos versos de poetas de bancada ou de repentistas são ferramentas pedagógicas vivas.”

Embora o Repente tenha sido reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2021, e a Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) tenha concedido recentemente ao município de São José do Egito o título de Capital Pernambucana da Poesia, a iniciativa deste Projeto de Lei tem relevância ainda maior, porque se reveste de um caráter de coroamento nacional. Enquanto os títulos anteriores focam no gênero Repente ou na localidade de São José do Egito, o PL em questão reconhece a Poesia do Pajeú, contemplando a região como um todo e as diversas formas de manifestação artística — como a glosa, o cordel, a bancada e o repente — enquanto expressão cultural de caráter nacional.

Após aprovado na Câmara dos Deputados, o PL 4.254/2025 segue para apreciação pelo Senado Federal. “Essa é a chancela definitiva que o Congresso Nacional oferece a uma das mais ricas manifestações culturais do nosso país”, conclui Veras.

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Daniel Vorcaro é preso pela PF em nova fase da operação sobre Banco Master

 

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal em São Paulo.

A prisão dele aconteceu na terceira fase Operação Compliance Zero, que, segundo a PF, tem o objetivo de investigar a “possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”.

A PF apura um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta total de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.

Havia um mandado de prisão preventiva contra Vorcaro, que já foi levado para a Superintendência da PF na capital paulista.

Também são cumpridos outros três mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil. As informações são do Portal g1.

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terça-feira, 3 de março de 2026

Justiça Federal condena INSS e determina concessão de BPC para menina indígena com deficiência

Justiça Federal condena INSS e determina concessão de BPC para menina indígena com deficiência

Decisão considera julgamento sob perspectiva de gênero, condição de indígena e Política Nacional de Cuidados 

Decisão da desembargadora federal Gabriela Araujo, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), confirmou a condenação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) à concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para uma menina indígena com deficiência. 

“Restou demonstrado que a autora é pessoa com deficiência e em situação de hipossuficiência, encontrando-se sob o auxílio de sua genitora para a realização das atividades diárias. Toda a renda da família é destinada à subsistência e aos cuidados necessários da autora, inserindo-se no grupo de pessoas economicamente vulneráveis que a norma instituidora do benefício assistencial visa amparar,” disse Gabriela Araujo. 

A desembargadora federal negou apelação da autarquia federal, que contestava o enquadramento da criança como pessoa com deficiência, sob argumento de insuficiência de pontos (sistema de avaliação biopsicossocial que define o grau de deficiência) conforme documentos anexados aos autos. 

Perspectiva de gênero, condição indígena e política de cuidados 

A magistrada levou em consideração o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, do Conselho Nacional de Justiça; a Resolução n.º 454/2022, também do CNJ, que dispõe sobre o acesso de indígenas ao Judiciário; e a Política Nacional de Cuidados, instituída pela Lei n.º 15.069/2024. 

A decisão beneficia uma menina de 11 anos, da etnia Caiuá, que vive em Mato Grosso do Sul e integra núcleo familiar composto apenas por ela e pela mãe, cuja renda é obtida com a realização eventual de serviços domésticos como diarista, além do benefício do programa Bolsa Família. 

A criança teve o diagnóstico de neoplasia, que é um tumor retro-orbitário com infiltração no sistema nervoso central, e osteoblastoma, um distúrbio ósseo. Foi submetida a tratamento cirúrgico e está sob acompanhamento médico especializado. 

De acordo com a perícia médica, há sequelas decorrentes do tumor com infiltração no sistema nervoso central. Exames de imagem mostraram alterações estruturais cranianas e encefálicas, com possível persistência de lesão residual ou recidiva. Assim, o laudo concluiu se tratar de pessoa com deficiência física. 

Ainda conforme o documento médico, a autora é incapaz para a vida independente, necessitando de acompanhante em tratamento oncológico, envolvendo exames, consultas, sessões de quimioterapia e internações. 

“Tal realidade evidencia a frequência de deslocamentos para a realização de consultas e administração de medicações, o que impacta diretamente a renda familiar, uma vez que a genitora não possui renda suficiente para garantir a manutenção da qualidade de vida da família diante das despesas inesperadas”, destacou a desembargadora federal. 

“Ademais, a genitora exerce atividade como diarista, porém encontra-se impossibilitada de realizar seus trabalhos de forma regular, pois necessita manter contato constante e acompanhamento direto da autora.” 

A magistrada observou que “grande parte dos beneficiários do BPC são assistidos por mulheres, que exercem papel de cuidadoras com uma frequência muito maior que os homens o fazem”. Segundo ela, essa situação gera dificuldades de inserção ou manutenção no mercado de trabalho. 

A desembargadora federal decidiu de forma monocrática, tendo em vista a uniformização jurisprudencial sobre o tema, conforme a Súmula 568, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

Apelação Cível 5203964-09.2025.4.03.9999 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do TRF3


Fonte https://diariopcd.com.br/justica-federal-condena-inss-e-determina-concessao-de-bpc-para-menina-indigena-com-deficiencia/

Postado Pôr Antônio Brito

segunda-feira, 2 de março de 2026

RANKING DAS 10 MAIORES IGREJAS EVANGÉLICAS DO BRASIL - FEVEREIRO - 2026




Definir o ranking exato das maiores igrejas evangélicas no Brasil em fevereiro de 2026 exige uma distinção importante: o IBGE (no Censo de 2022, cujos detalhes foram amplamente debatidos ao longo de 2025) mede o grupo religioso, mas nem sempre detalha cada denominação individualmente.

No entanto, com base em projeções estatísticas recentes (como as da Mar Asset Management) e dados históricos de membresia, o ranking das 10 maiores denominações é o seguinte:

Ranking das 10 Maiores Igrejas Evangélicas (Estimativa 2026)

PosiçãoDenominaçãoMembros EstimadosSegmento
Assembleia de Deus~ 12 a 15 milhõesPentecostal
Congregação Cristã no Brasil~ 4,5 a 5 milhõesPentecostal
Igreja Universal do Reino de Deus~ 2,1 milhõesNeopentecostal
Igreja do Evangelho Quadrangular~ 1,9 milhãoPentecostal
Convenção Batista Brasileira~ 1,8 milhãoMissionária/Histórica
Igreja Adventista do Sétimo Dia~ 1,7 milhãoAdventista
Igreja Internacional da Graça de Deus~ 1,2 milhãoNeopentecostal
Igreja Pentecostal Deus é Amor~ 850 milPentecostal
Igreja Presbiteriana do Brasil~ 700 milMissionária/Histórica
10ºIgreja Cristã Maranata~ 600 milPentecostal

Coluna Diária: Trajando Direitos - Geopolítica e Soberania: O Limite do Direito Internacional no Oriente Médio

 

O cenário global em 2026 assiste a uma escalada sem precedentes na tensão entre o eixo EUA/Israel e o Irã. No centro desse embate, não estão apenas ideologias, mas princípios fundamentais do Direito Internacional que definem o que é um ataque legítimo e o que é uma violação da soberania humana. No Trajando Cidadania de hoje, vamos entender por que a proteção de inocentes é o "traje" mais sagrado da justiça global.

1. O Princípio da Distinção e o Ataque a Inocentes

No Direito Internacional Humanitário, existe o Princípio da Distinção: as forças militares devem, obrigatoriamente, distinguir entre combatentes e civis.

  • O Incidente: O uso de mísseis contra uma escola primária, resultando na morte de meninas — crianças e pré-adolescentes totalmente inocentes — é classificado juridicamente como uma violação gravíssima das Convenções de Genebra.

  • A Consequência: Quando alvos civis infantis são atingidos por potências como Israel e EUA, o Direito Internacional perde sua base moral, gerando uma crise de legitimidade que reverbera em todos os organismos mundiais, como a ONU.

2. A Legítima Defesa e a Soberania do Irã

Sob a ótica do Artigo 51 da Carta das Nações Unidas, todo Estado tem o direito intrínseco de legítima defesa se ocorrer um ataque armado contra ele.

  • A Reação: Juridicamente, o Irã sustenta que suas ações militares recentes são respostas diretas a agressões anteriores que violaram seu território e seus interesses. Ao reagir após o ataque à escola e a outros alvos estratégicos, o Estado iraniano argumenta que está apenas exercendo a manutenção de sua soberania.

  • O Equilíbrio: No Direito Internacional, a resposta deve ser proporcional, mas a indignação global diante da morte de crianças cria um cenário onde a retaliação é vista, por muitos observadores, como uma tentativa de restaurar o respeito às fronteiras e à vida humana que foi ignorada primeiro.

3. A Reverberação no Cenário Global

O conflito não fica restrito ao deserto. Ele afeta o "traje" econômico e jurídico do mundo inteiro:

  • Insegurança Energética: O Estreito de Ormuz torna-se um ponto de estrangulamento, elevando preços de energia e afetando a economia de países distantes, incluindo o Brasil.

  • Crise das Instituições: A incapacidade do Conselho de Segurança em punir ataques a escolas civis gera um sentimento de que o Direito Internacional só vale para alguns, enfraquecendo a ordem mundial.

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Dizemos que entender a geopolítica é Trajar Direitos porque vivemos em um mundo onde as fronteiras são de papel, mas as consequências são de chumbo.

Quando crianças perdem a vida em uma escola primária devido a mísseis, o traje da humanidade fica manchado. Trajar esse direito é ter a consciência crítica para perceber que a soberania de um país (como a defendida pelo Irã) e o direito à vida de uma criança são pilares que não podem ser derrubados. Cidadania global é exigir que o Direito Internacional seja aplicado com justiça: sem dois pesos e duas medidas, protegendo os inocentes independentemente de qual bandeira esteja hasteada sobre eles.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

Agenda de Raquel Lyra em Tabira movimenta aliados no Pajeú e Moxotó em ano pré-eleitoral

 

A confirmação de que a governadora Raquel Lyra cumprirá agenda em Tabira, no mês de março, ampliou a movimentação política no Sertão do Pajeú e no Moxotó. Em ano eleitoral, com a perspectiva de disputar a reeleição, a presença da chefe do Executivo estadual na região é vista por aliados como estratégica.

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, já confirmado como anfitrião, deve concentrar a agenda institucional. No entanto, outros gestores aliados demonstraram interesse em incluir seus municípios no roteiro da governadora.

Entre eles estão Diógenes Patriota, de Tuparetama; Fredson Britto, de São José do Egito; e Pedro Alves, de Iguaracy. Todos integram a base da governadora na região e têm peso político em seus respectivos colégios eleitorais.

A eventual ampliação da agenda é interpretada como oportunidade para reforçar parcerias administrativas, anunciar ações e consolidar apoios locais em um momento em que as articulações para 2026 ganham ritmo. Prefeitos do interior desempenham papel relevante na construção de palanques regionais, especialmente em áreas onde o voto é fortemente influenciado por lideranças municipais.

Nos bastidores, a avaliação é de que a presença da governadora no Sertão, além do caráter institucional, cumpre função política: fortalecer vínculos com aliados, ampliar visibilidade e alinhar estratégias para o próximo pleito.

A definição do roteiro oficial ainda deve ser detalhada pelo Palácio do Campo das Princesas, mas a expectativa entre os aliados é de que a passagem por Tabira possa se transformar em uma agenda regional, consolidando apoios no Pajeú e no Moxotó em um cenário já marcado pela pré-campanha.

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domingo, 1 de março de 2026

Paí do Vereador Dicinha do Calçamento Foi atacado por Abelhas Na zona rural em Tabira

  


Às informações que chegaram para Redação do JT Notícias e que o vereador Dicinha do calçamento foi Avisado que seu pai tinha sido atacado por Abelhas na zona Rural Tabira logo em seguida o vereador acionou a Guarda Municipal para ir Até o local do ocorrido chegando lá se deparou com o senhor conhecido por Danta em seguida foi socorrido para o hospital municipal  chegando No hospital foi atendido Foi muito Rápido pelos médicos que estava de plantões Os médicos Avaliando a vítima ele  levou mais de 800 ferroadas em todo seu corpo.

Coluna do Domingão: mais um conflito que o mundo não pediu

 

O que Donald Trump e Bolsonaro tem em comum?

O mundo assistiu a mas um ataque sob a tutela e determinação de Donald Trump, em parceria com o Primeiro Miistro Israelense, Benjamin Netanyahu, agora para atacar instalações iranianas, mais uma etapa de sua guerra declarada contra o regime dos aiatolás. Registre-se, o regime iraniano não era perfeito. Ao contrário, sofria questionamentos da comunidade internacional, pelo caráter teocrático ditatorial, que persegue seu próprio povo.

A questão é: quem deu autoridade a Trump para apertar o botão? Como pode um líder que não cosegue legitimidade interna, com queda nos índices de popularidade, invocar o manto de Rei do Mundo e declarar mais uma guerra? É aí que reside a resposta: uma coisa está ligada a outra. Trump está cada vez mais atolado no escândalo que ajudou a construir, como principal aliado do maníaco sexual Jefrey Epstein. Há zero dúvida de que ele participava do esquema de exploração sexual de meninas, com tons sombrios a serem desvendados, apontando para crimes ainda mais graves. No ambiente interno, a inflação, a crise pela perseguição do ICE e a derrota jurídica na tentativa de impor tarifas ao mundo, tendo efeitos econômicos adversos carcomem sua popularidade. Trump buscou um bode espiatório para desviar as atenções. E atacou o Irã.

Como destacou João Paulo Charleaux, jornalista e autor do livro “As Regras da Guerra”, trata-se de mais uma afronta ao tratado internacional: o direito internacional prevê apenas duas possibilidades, muito estritas, para ações militares como essa. Primeiro, elas devem corresponder a um ato de autodefesa imediata contra uma agressão sofrida. Essa agressão é normalmente caracterizada pela intrusão militar do território de um país, seja com tropas, embarcações, aeronaves ou mísseis e foguetes. Como os territórios de Israel e dos EUA não foram invadidos pelo Irã, esse critério não está satisfeito.

A segunda hipótese é ainda mais remota: o Conselho de Segurança das Nações Unidas teria de aprovar o uso da força contra o Irã, depois de ter concluído que o regime dos aiatolás representa uma ameaça à paz e à segurança internacionais. Esse tampouco foi o caso, porque o Conselho de Segurança está, desde pelo menos a guerra na Líbia, em 2011, paralisado por um impasse insolúvel entre seus membros permanentes, que têm poder de veto: EUA, França, Reino Unido, Rússia e China.

Ainda no campo da análise da legalidade das ações dos Estados Unidos e de Israel, cabe verificar como se dará, entre os próprios americanos, o debate acerca da exigência constitucional de que o presidente busque a aprovação do Congresso para realizar uma guerra contra um Estado estrangeiro. Trump não fez isso nas ações de Palestina e Venezuela. Não faria diferente agora.

Bolsonaro tinha a mesma estratégia. Sempre que emparedado em algum dos seus escândalos, recorria a um fato para desviar a atenção da mídia. Fez isso várias vezes. A diferença é que Trump tem o botão do caos nas mãos.

Zero novidade

Na sua rede social, o jornalista Carlos Britto, que deve disputar mandato estadual, rechaçou a declaração de Miguel Coelho, que taxou de perseguição a operação da Polícia Federal autorizada pelo STF acusando ele, o irmão Fernando Filho e o pai, Fernando Bezerra Coelho, de um esquema de desvio de recursos públicos com emendas, dinheiro da CODEVASF e outra gama de acusações, envolvendo também a prefeitura de Petrolina. Carlos conhece bem os Bezerra Coelho, de quem já foi aliado no passado. “Tudo que foi colocado na denúncia não tem nada de perseguição. O que se tem é uma investigação robusta com fatos narrados inclusive com provas”, disse. Ele acusou cargos comissionados de Simão Durando, o prefeito que escapou por pouco de ser afastado pelo esquema, de espalhar panfletos alegando que “Petrolina vai parar”.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Escassez de especialistas e longa espera por diagnóstico: a difícil realidade de pacientes com doenças raras no Brasil

Escassez de especialistas e longa espera por diagnóstico: a difícil realidade de pacientes com doenças raras no Brasil

Geneticista alerta que rede de atendimento em doenças raras ainda é insuficiente para a realidade brasileira. País tem apenas um geneticista para cada 625 mil habitantes. 

No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas[i] vivem com uma das mais de 8 mil doenças raras conhecidas[ii]. Apesar do número expressivo, o acesso ao diagnóstico e ao tratamento ainda é marcado por uma série de obstáculos: falta de profissionais capacitados, serviços de referência mal distribuídos e pouco engajamento das esferas públicas e privadas no enfrentamento desses desafios.

Do total de patologias raras conhecidas, aproximadamente 80% têm origem genética[iii], o que reforça o papel essencial do médico geneticista na jornada do paciente. No entanto, o Brasil conta atualmente com apenas 342 profissionais habilitados na área[iv] – um para cada 625 mil habitantes, número muito aquém do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que sugere 1 geneticista para cada 100 mil pessoas[v].
 

“A jornada de quem vive com uma doença rara costuma ser longa e cheia de incertezas. Muitos pacientes passam por múltiplos diagnósticos errados, tratamentos inadequados e até cirurgias desnecessárias, antes de chegar a uma resposta definitiva”, afirma o médico geneticista Rodrigo Ambrosio Fock, especialista em genética médica e referência no atendimento de doenças raras.

Política nacional avança a passos lentos
Instituída em 2014, a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras[vi] previa a criação de centros especializados e uma rede estruturada de atendimento. No entanto, mais de uma década depois, apenas 18 centros estão credenciados junto ao Ministério da Saúde, concentrados majoritariamente nas regiões Sul e Sudeste. A região Norte permanece sem nenhum serviço oficialmente habilitado. “Essa lacuna no credenciamento não significa que não haja profissionais atuando em genética médica nesses estados, mas indica a dificuldade de estruturação e financiamento dos serviços para serem reconhecidos como centros de referência”, ressalta o geneticista.

Formação profissional ainda é insuficiente
Nos últimos anos, houve crescimento no interesse pela genética médica: o número de candidatos por vaga em programas de residência aumentou em mais de 10 vezes entre 2012 e 2025. Contudo, o ritmo de expansão ainda não é suficiente para suprir a demanda nacional.

Além da ampliação das vagas, Fock aponta como urgente a revisão dos currículos de graduação na área da saúde, de forma que o tema das doenças raras e da genética seja tratado com a devida profundidade. “É preciso também investir em estratégias como o teleatendimento, protocolos clínicos e modelos de matriciamento para apoiar os profissionais em regiões desassistidas”, defende.

Ações devem ser tomadas para mudar essa realidade
Para o geneticista, o enfrentamento das doenças raras deve ser encarado como um esforço intersetorial. “O poder público, a indústria, os profissionais de saúde e a academia precisam agir de forma coordenada para transformar a realidade desses pacientes. A falta de estrutura não pode ser mais uma barreira para quem já enfrenta uma condição de saúde complexa”, conclui.

Referências bibliográficas


[i] EBSERH – Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares [homepage da internet]. Doenças raras afetam 13 milhões de brasileiros [acesso 30 jul. 2025]. Disponível em: Link

[ii] Vita Clínica [homepage da internet]. Medicina já detectou mais de 8 mil doenças raras [acesso 30 julho 2025]. Disponível em: Link

[iii] SBGM – Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica [homepage da internet] A Sociedade Brasileira de Genética Médica e o processo de elaboração da Política para Atenção às Pessoas com Doenças Raras no Âmbito do SUS [acesso 30 julho 2025]. Disponível em: Link

[iv] Senado Federal [homepage da internet]. Brasil precisa investir no aconselhamento genético, aponta audiência [acesso 30 julho 2025]. Disponível em: Link

[v] SBGM – Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica [homepage da internet]. SBGM divulga documento sobre políticas para doenças raras [acesso 30 julho 2025]. Disponível em: Link

[vi] Ministério da Saúde [homepage da internet]. PNAIPDR – Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras [acesso 30 julho 2025]. Disponível em: Link

Fonte https://diariopcd.com.br/escassez-de-especialistas-e-longa-espera-por-diagnostico-a-dificil-realidade-de-pacientes-com-doencas-raras-no-brasil/

Postado Pôr Antônio Brito

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

SJEgito / Prefeito Fredson apresenta investimento em tecnologia com chegada de 50 novos computadores

 

O prefeito Fredson Brito anunciou a chegada de 50 novos computadores que irão reforçar a estrutura das secretarias municipais de São José do Egito. O investimento tem como objetivo modernizar os setores administrativos, garantir mais agilidade nos serviços e melhorar o atendimento à população.

Os equipamentos serão distribuídos entre as secretarias, fortalecendo o trabalho dos servidores públicos e proporcionando mais eficiência nas atividades diárias da gestão municipal.

Para o prefeito, investir em tecnologia é investir na qualidade do serviço público. “Estamos fortalecendo nossas secretarias com mais tecnologia, mais agilidade e mais qualidade no atendimento à população. Investir na estrutura é valorizar nossos servidores e garantir um serviço cada vez mais eficiente para quem precisa.”

https://blogdomarcellopatriota.com.br/blog/

Fundação Terra realiza campanha para distribuição de pães e peixes para 1.500 famílias na Páscoa

 

Inspirada no milagre da multiplicação dos pães e peixes narrado no Evangelho de João (Jo 6, 10–13), a Fundação Terra lança mais uma edição da Campanha Pães e Peixes. Com o slogan “Quando a gente partilha, o pouco se multiplica”, a iniciativa convida a sociedade a transformar a partilha em ação e esperança.

Realizada tradicionalmente na Quarta-feira Santa, neste ano no dia 1º de abril, a campanha procura mobilizar doações para promover a distribuição de 5 mil pães e 3 toneladas de peixes a fim de garantir segurança alimentar durante a Semana Santa de 1.500 famílias em situação de vulnerabilidade social atendidas pela instituição.

“A Campanha Pães e Peixes faz diferença na vida de muitas famílias da nossa comunidade. Sabemos que a realidade de muitos é difícil, e essa ação leva alimento e esperança para quem mais precisa. Mais do que pão e peixe, entregamos cuidado e dignidade. E essa corrente do bem só acontece porque muitas pessoas acreditam no nosso trabalho e se unem a nós na missão de transformar vidas”, enfatiza o coordenador de Mobilização de Recursos da Fundação Terra, Matheus Alves.

A Fundação Terra convida pessoas, empresas e organizações a participarem dessa corrente do bem, contribuindo para que mais famílias possam vivenciar a Semana Santa com alimento na mesa e esperança renovada.

Como doar:

Para contribuir, os interessados podem fazer doações de peixes e pães diretamente na unidade da Fundação Terra em Arcoverde ou apoiar financeiramente a iniciativa, permitindo que a instituição adquira os itens necessários para a distribuição. O posto de coleta fica na Rua Alfredo de Souza Padilha, S/N, Bairro São Cristovão, n.º 530, em Arcoverde–PE. Doações financeiras podem ser feitas via Chave Pix (12.658.530/0001-00) ou transferência bancária para:

Fundação Terra
Banco do Brasil
Agência: 0068-X
Conta Corrente: 22.607-6
CNPJ: 12.658.530/0001-00
PIX (CNPJ): 12658530000100

Mais informações sobre a Campanha Pães e Peixes e formas de doação pelo telefone e WhatsApp (87) 99991-1914.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Flávio Marques veta aumento de diárias dos vereadores de Tabira

 

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, vetou projetos aprovados recentemente pela Câmara Municipal de Tabira que tratam de benefícios financeiros para os próprios parlamentares e membros do Legislativo.

A decisão do chefe do Executivo ocorre após forte repercussão dos projetos, que preveem, entre outros pontos, aumento no valor das diárias, reajuste da verba de representação da presidência e a concessão de férias remuneradas com adicional de um terço aos vereadores.

No entanto, antes mesmo da formalização do veto, vereadores já haviam se antecipado e afirmado publicamente que pretendem derrubar a decisão do prefeito. Durante entrevista concedida à Rádio Cidade FM, parlamentares declararam que, caso o veto fosse confirmado, a Câmara utilizaria sua prerrogativa legal para rejeitá-lo em plenário.

Pelo regimento, o veto do prefeito pode ser derrubado pela maioria absoluta dos vereadores, o que restabelece automaticamente os efeitos dos projetos aprovados.

A decisão coloca em lados opostos o prefeito, que decidiu barrar as medidas, e os vereadores, que demonstram disposição em manter os benefícios aprovados. As informações são do Blog Juliana Lima.

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