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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Horário eleitoral começa nesta sexta-feira (28), no rádio e na TV; veja regras e tempo dos candidatos


Propaganda gratuita será exibida até 1º de outubro. Na disputa presidencial, apenas quatro candidaturas terão espaço no horário eleitoral, com Lula concentrando o maior tempo, seguido por Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Augusto Cury.

Começa nesta sexta-feira (28), a veiculação do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para o primeiro turno das Eleições 2026. A propaganda seguirá até 1º de outubro, três dias antes da votação marcada para 4 de outubro.

Os programas serão exibidos de segunda-feira a sábado, com horários divididos de acordo com os cargos em disputa. Além dos blocos em rede, haverá inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação das emissoras, entre 5h e meia-noite.

Na televisão, os programas para presidente serão exibidos às terças, quintas e sábados, das 13h às 13h12min30s e das 20h30 às 20h42min30s. No rádio, os horários serão das 7h às 7h12min30s e das 12h às 12h12min30s.

Governador

A propaganda para governador será exibida às segundas, quartas e sextas-feiras. No rádio, os blocos serão das 7h15 às 7h25 e das 12h15 às 12h25. Na televisão, das 13h15 às 13h25 e das 20h45 às 20h55.

Senado

Os candidatos ao Senado também terão programas às segundas, quartas e sextas-feiras. No rádio, a propaganda será exibida das 7h às 7h05 e das 12h às 12h05. Na televisão, das 13h às 13h05 e das 20h30 às 20h35.

Deputado federal

Para deputado federal, os programas serão veiculados às terças, quintas e sábados. No rádio, das 7h12min30s às 7h25 e das 12h12min30s às 12h25. Na televisão, das 13h12min30s às 13h25 e das 20h42min30s às 20h55.

Deputado estadual e distrital

A propaganda para deputado estadual e distrital será exibida às segundas, quartas e sextas. No rádio, das 7h05 às 7h15 e das 12h05 às 12h15. Na televisão, das 13h05 às 13h15 e das 20h35 às 20h45.

Além dos programas em bloco, a legislação prevê inserções de 30 e 60 segundos distribuídas durante a programação das emissoras. Ao todo, são reservados 70 minutos diários para essas inserções, divididos entre os cargos em disputa.

Só quatro candidaturas presidenciais terão espaço

Na disputa pela Presidência da República, quatro candidaturas terão tempo no horário eleitoral gratuito em rádio e televisão.

O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, na terça-feira (25), o plano de mídia para a eleição presidencial. Cada bloco terá 12 minutos e 30 segundos. 

A coligação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV —, PSOL e Rede, terá o maior tempo: 5 minutos e 31 segundos por bloco.

Flávio Bolsonaro, candidato do PL, terá 4 minutos e 20 segundos. Ronaldo Caiado, do PSD, contará com 2 minutos e 2 segundos, enquanto Augusto Cury, do Avante, terá 35 segundos. 

A divisão leva em consideração a representação dos partidos na Câmara dos Deputados. Pela legislação, 90% do tempo é distribuído proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos pelas legendas que integram cada candidatura, enquanto os 10% restantes são divididos entre os partidos que atendem aos requisitos previstos para acesso à propaganda eleitoral.

Inserções presidenciais

Além dos programas em bloco, as quatro candidaturas terão inserções ao longo da programação. Para a disputa presidencial, o TSE reservou 14 minutos por dia, correspondentes a 980 inserções de 30 segundos durante o período de propaganda. 

A coligação de Lula terá 434 inserções; o PL, de Flávio Bolsonaro, 339; o PSD, de Ronaldo Caiado, 160; e o Avante, de Augusto Cury, 47.

No primeiro dia reservado aos candidatos à Presidência, a ordem de exibição será Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Flávio Bolsonaro e Lula. A partir daí, a sequência será alternada conforme as regras estabelecidas pelo TSE. 

Fonte: TSE

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Candidaturas negras chegam a 49,8% nas eleições de 2026, aponta levantamento

 

Estudo elaborado a partir de dados do TSE identificou 10.191 candidatos autodeclarados pretos ou pardos entre 20.448 candidaturas válidas. Apesar do avanço, participação permanece abaixo dos 55,5% que pessoas negras representam na população brasileira.

As candidaturas de pessoas negras — pretas e pardas — representam 49,8% dos nomes que disputam as Eleições 2026, segundo levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e da consultoria CommonData com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre as 20.448 candidaturas válidas identificadas até 16 de agosto, 10.191 são de pessoas que se autodeclararam pretas ou pardas. O percentual ainda é inferior à participação desse grupo na população brasileira, estimada em 55,5%.

Do total de candidatos, 2.789 são pessoas pretas, equivalentes a 13,6%, enquanto 7.402 são pardas, ou 36,2%. Na população brasileira, os percentuais correspondem a 10,2% e 45,3%, respectivamente.

O estudo também analisou mudanças na autodeclaração racial. Entre candidatos anteriormente identificados como brancos, 338 passaram a se declarar pardos e seis, pretos.

Segundo a assessora do Inesc Carmela Zigoni, uma das hipóteses é de que candidaturas estejam ampliando a abordagem de questões raciais em suas plataformas políticas para alcançar um eleitorado maior. A avaliação, contudo, é uma interpretação do instituto sobre os dados.

Financiamento das campanhas

O levantamento chama atenção ainda para as mudanças nas regras de distribuição de recursos eleitorais. A Emenda Constitucional nº 133, de 2024, alterou a forma de destinação das verbas para candidaturas negras.

De acordo com o Inesc, a presença de candidatos pretos e pardos nas listas partidárias precisa ser analisada em conjunto com fatores como financiamento, estrutura de campanha e tempo de propaganda eleitoral.

Carmela Zigoni também defende a atuação de bancas de heteroidentificação para reduzir o risco de fraudes relacionadas às cotas raciais.

Homens brancos continuam como maior grupo

Quando raça e gênero são considerados simultaneamente, os homens brancos permanecem como o maior grupo entre as candidaturas, com 6.688 nomes, equivalentes a 32,7% do total.

Na sequência aparecem homens pardos, com 4.917 candidaturas (24,1%); mulheres brancas, com 3.271 (16%); e mulheres pardas, com 2.485 (12,2%).

As mulheres pretas somam 1.234 candidaturas, ou 6% do total, enquanto os homens pretos são 1.555, equivalentes a 7,6%.

Entre as 7.116 mulheres candidatas, 3.719 são negras, o equivalente a 52,2%. Desse grupo, 2.485 se declaram pardas e 1.234, pretas.

As mulheres negras representam 18,2% de todas as candidaturas deste ano, ante 17,3% em 2022. Já a participação dos homens negros passou de 32,3% para 31,7%.

Indígenas e quilombolas

O levantamento identificou ainda 191 candidaturas de pessoas autodeclaradas indígenas, correspondentes a 0,9% do total. Em 2022, eram 172, ou 0,6%. Entre os candidatos indígenas deste ano, 84 são mulheres.

As candidaturas quilombolas somam 212, cerca de 1% do total. São 110 homens e 102 mulheres. O grupo é majoritariamente negro: 140 candidatos se autodeclaram pretos e 43, pardos.

Os resultados completos do levantamento deverão ser divulgados no fim de setembro.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Tânia Rego

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Caminhada da Inclusão movimentou São José do Egito nessa segunda (24)

           

A caminhada reuniu participantes em um gesto coletivo para mostrar que construir uma cidade mais inclusiva é responsabilidade de todos.

A ação faz parte da Semana da Pessoa com Deficiência, fortalecendo a importância da acessibilidade, da igualdade de oportunidades e, acima de tudo, do respeito.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Eleições: 206 candidatos são com deficiência física e 112 auditivos. Confira todos os números

Eleições: 206 candidatos são com deficiência física e 112 auditivos. Confira todos os números

TSE registra 503 candidatos e candidatas com alguma deficiência nas 

Eleições 2026. Números apontam que 69 são autistas e 73 com outras 

deficiências

As Eleições 2026 terão o maior número de eleitoras e eleitores com 

deficiência já registrado pela Justiça Eleitoral. 

Segundo as estatísticas eleitorais, são 1.970.165 pessoas aptas a votar, o 

que representa um aumento de 42% em relação às Eleições 

Gerais de 2022, quando esse público somava 1.381.348 pessoas. Para 

acompanhar esse crescimento, o número de seções eleitorais p

Principais com acessibilidade também avançou: passou de 156.296, 

em 2022, para 220.577 neste ano, alta de 41%. 

Quem compõe o eleitorado com deficiência? 

Entre os diferentes tipos de deficiência registrados no cadastro eleitoral, 

617.996 eleitoras e eleitores têm deficiência de locomoção, 

319.489 apresentam deficiência visual, 182.341 têm deficiência 

auditiva e 64.851 registraram dificuldade para o exercício do voto. 

A categoria “Outros” reúne 994.472 registros. 

 Candidatos e candidatas com outras ‘deficiências’

Levantamentos divulgados pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral apontam 

que pessoas com deficiência física são 39,77% dos candidatos. 

Deficiência visual são 21,62%, Auditivos com 11,2% e ‘outros’ chegam a 

14,09%.

CONFIRA AINDA: Diário PcD prepara primeira relação com 

informações de candidatos e candidatas com deficiência que disputam 

As eleições 2026 – https://diariopcd.com.br/diario-pcd-anuncia-

projeto-eleicoes-inclusivas-com-a-divulgacao-de-candidatos-e-candidatas-

com-deficiencia-em-2026/

Fonte https://diariopcd.com.br/eleicoes-2026-206-candidatos-sao-com-deficiencia

-fisica-e-112-auditivos-confira-todos-os-numeros/

Postado Pôr Antonio Brito


TOYOTA MOBILITY FOUNDATION E O PROGRAMA MOBILITY UNLIMITED HUB

 Anúncio de 9 startups selecionadas em São Carlos/SP em parceria com o ONOVOLAB. A iniciativa desenvolve tecnologias assistivas e mobilidade ativa (incluindo exoesqueletos, IA para cegos, estabilização de tremores e próteses 3D) conectando ecossistemas do Brasil e do Canadá.

TOYOTA MOBILITY FOUNDATION E O  PROGRAMA MOBILITY UNLIMITED HUB

A TMF - Toyota Mobility Foundation é uma organização sem fins lucrativos dedicada ao desenvolvimento de soluções de mobilidade, em colaboração com o ONOVOLAB. Ela anunciou recentemente 9 startups selecionadas para o Mobility Unlimited Hub (MUH), em São Carlos/SP. O MUH São Carlos é uma iniciativa focada no desenvolvimento de tecnologias assistivas e mobilidade ativa na América Latina.

O grupo de startups selecionadas traz soluções em estágio avançado e com foco principal em produtos capazes de ampliar a autonomia, acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

O programa oferece mentoria especializada, conexões estratégicas e suporte para expansão de mercado. A iniciativa cria uma ponte entre as comunidades de inovação da América do Norte e da América do Sul: o MUH São Carlos, sediado no ONOVOLAB, e o MUH Toronto, localizado no MaRS Discovery District, em Toronto, Canadá. Esta nova colaboração cria oportunidades para que as startups validem suas soluções no Brasil, ao mesmo tempo em que ganham acesso à inteligência de mercado internacional e conexões com universidades, especialistas e organizações parceiras.

As empresas selecionadas são: • Steadiwear - auxilia pessoas com tremores nas mãos decorrentes do Mal de Parkinson e/ou Tremor Essencial. A solução é o Steadi-3 Plus, um dispositivo vestível e sem bateria para estabilização de tremores, alimentado por um magnético passivo. • Agora Eu Consigo Tecnologias de Inclusão Social (Livox) - para pessoas que enfrentam barreiras para se comunicar, aprender, expressar necessidades, fazer escolhas, interagir com outras pessoas e participar da vida cotidiana de forma independente, o Livox transforma tablets Android em interfaces acessíveis para comunicação alternativa. • SeeU - pessoas com deficiência visual (cegueira e baixa visão) carecem de autonomia para se locomover, navegar e acessar com segurança informações do ambiente, gerando dependência diária de terceiros. Para aumentar a autonomia, o aplicativo See U, equipado com IA, ecolocalização e áudio espacial 3D, descreve ambientes, identifica obstáculos, objetos e pessoas, além de guiar o usuário em espaços internos e externos. • Symbios - O m-FLEX é um exoesqueleto robótico portátil para membros superiores, que permite sessões de reabilitação robótica, auxiliando nos movimentos dos braços e monitorando dados de desempenho, o que possibilita a personalização do tratamento conforme a necessidade de cada paciente. • GiveMove – são dispositivos inteligentes de mobilidade e ortostatismo (posição em pé) projetados com foco na experiência do usuário, combinando tecnologia, design e inovação para se integrarem naturalmente à vida cotidiana, priorizando autonomia, bem-estar e inclusão. • LIMBX – são Próteses funcionais e personalizadas de membros superiores produzidas com impressão 3D e eletrônica para auxiliar indivíduos com amputações ou malformações de membros superiores, além de clínicas, hospitais e centros de reabilitação. • ABG Soluções Digitais (Cuide Me) – é uma plataforma de monitoramento remoto que integra smartwatches, dispositivos médicos inteligentes e análise de dados para acompanhar continuamente indicadores de saúde, mobilidade e segurança, emitindo alertas e apoiando a tomada de decisões. • SUPER NINA – uma plataforma inteligente que combina IA, análise de dados, monitoramento de incidentes e geração de indicadores para a gestão de segurança sob a perspectiva de gênero. A Super Nina combate as dificuldades de identificação, monitoramento e prevenção de casos de violência de gênero decorrentes da subnotificação, falta de dados estruturados e ausência de ferramentas especializadas. • EXPLORER TECNOLOGIA (Therafy) - uma plataforma de saúde baseada em Realidade Virtual (VR) e Inteligência Artificial, certificada para uso clínico, que busca ampliar a eficácia de tratamentos neuropsicológicos e motores, focando na reabilitação funcional de pacientes com deficiência.

A Toyota Mobility Foundation (TMF) foi fundada em 2014 e iniciou sua presença no Brasil em janeiro de 2017. Enquanto a Fundação Toyota do Brasil (de escopo nacional) foca na preservação ambiental local e na sustentabilidade social, a TMF opera como uma entidade global distinta, dedicada à mobilidade urbana, transporte sustentável e acessibilidade.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=6910ed66-ae5a-4155-b31b-907049b0e09f

Postado Pôr Antonio Brito

Mundial de rúgbi em CR: EUA são campeões e Brasil termina em 11º lugar na competição realizada no CT Paralímpico

Atletas dos Estados Unidos se abraçando e comemorando após conquistar o títutlo do Mundial de rúgbi em CR, realizado no CT Paralímpico. | Foto: Marcello Zambrana/WWR

A seleção dos Estados Unidos conquistou o título do Campeonato Mundial de rúgbi em cadeira de rodas ao derrotar a Austrália por 57 a 51. Realizada no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB) desde 17 de agosto, a competição reuniu 12 seleções, e o Brasil encerrou sua participação na 11ª colocação.

O confronto foi equilibrado, com o primeiro quarto terminando com apenas um try de diferença para os Estados Unidos. No segundo quarto, as duas seleções fizeram 14 tries cada. No terceiro, os norte-americanos abriram vantagem ao marcar três tries a mais. No último quarto, os Estados Unidos mantiveram a vantagem no placar e garantiram o título.

Os Estados Unidos garantiram presença na final ao derrotar o Japão na semifinal deste sábado, 22, por apenas um try de diferença. Em uma partida equilibrada, os norte-americanos venceram por 60 a 59. Na outra semifinal, a Austrália confirmou o favoritismo ao superar a Grã-Bretanha por 60 a 44 e avançar para a decisão.

A disputa pelo terceiro lugar terminou com a vitória do Japão, que dominou a partida e venceu a Grã-Bretanha por 54 a 47. Com o resultado, os britânicos ficaram com a quarta colocação.

Na manhã deste domingo, Canadá e Países Baixos entraram em quadra pela disputa da sétima colocação. Os canadenses levaram a melhor por 48 a 43. Já o quinto lugar foi definido no confronto entre França e Dinamarca, vencido pelos franceses por 62 a 55.

Brasil na competição
A Seleção garantiu a 11ª colocação neste sábado, 22, ao vencer novamente a Nova Zelândia, desta vez por 53 a 37.

O capitão da Seleção Brasileira, o paulista Gabriel Feitosa, foi responsável por 24 dos 53 pontos da equipe na partida. O carioca Julio Braz anotou outros 21.

Com a vitória, o Brasil repetiu a 11ª posição alcançada no último Mundial, disputado em 2022. Naquela edição, a Seleção venceu apenas uma partida, contra a Suíça, por 48 a 44. Desta vez, a equipe brasileira somou duas vitórias na competição: diante do Canadá, por 49 a 48, e da Nova Zelândia, por 58 a 44, ambas na fase de grupos.

Na primeira fase, o Brasil entrou em quadra outras três vezes. Na estreia, perdeu para os Países Baixos por 49 a 47. Em seguida, derrotou o Canadá e foi superado pela Austrália por 59 a 32. Na manhã de quinta-feira, 20, venceu a Nova Zelândia. Mais tarde, no mesmo dia, perdeu para os Estados Unidos por 57 a 56, em um confronto definido nos segundos finais.

Fora das quartas de final, a Seleção Brasileira entrou em quadra nesta sexta-feira, 21, em partida que valia a definição das equipes que disputariam o nono lugar. O Brasil acabou derrotado pela Colômbia por 52 a 45.

Embora o resultado não tenha sido o desejado pelos atletas e pela comissão técnica brasileira, Julio Braz ressaltou os aprendizados adquiridos ao longo da competição e projetou os próximos desafios da Seleção.

“Tudo serve de experiência. Agora a gente tem mais jogadores que, quando a gente se machucar, a gente consegue colocar, que eles vão dar conta. Isso a gente tira de aprendizado também, que, ao longo do campeonato, os jogadores foram evoluindo e isso que importa. O nosso próximo objetivo é chegar na final do Parapan-Americano de 2027 e conseguir a vaga para Los Angeles 2028”, finalizou.

Sobre o Mundial
Organizado pela World Wheelchair Rugby (WWR), federação internacional da modalidade, o Campeonato Mundial reuniu 12 seleções e aproximadamente 140 atletas.

Esta é a primeira vez que a principal competição internacional da modalidade é realizada na América do Sul. Atualmente, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial.

Classificação geral:
1º: Estados Unidos
2º: Austrália
3º: Japão
4º: Grã-Bretanha
5º: França
6º: Dinamarca
7º: Canadá
8º: Países Baixos
9º: Alemanha
10º: Colômbia
11º: Brasil
12º: Nova Zelândia

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do rúgbi em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/mundial-de-rugbi-em-cr-eua-sao-campeoes-e-brasil-termina-em-11o-lugar-na-competicao-realizada-no-ct-paralimpico/

Postado Pôr Antonio Brito