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sábado, 10 de janeiro de 2026

Solidão: posse de gestores e novos investimentos na educação

 

A Prefeitura de Solidão promove, nesta segunda-feira (12), uma agenda de ações voltadas à educação e infraestrutura urbana. A programação oficial, que contará com a participação do deputado federal Pedro Campos, inclui a posse de novos gestores escolares, a entrega de um ônibus para transporte de estudantes e a assinatura de ordens de serviço para obras no município.

A agenda começa às 16h, na Câmara Municipal, onde os novos diretores das unidades de ensino tomam posse. Segundo o Governo Municipal, o ato oficializa a equipe responsável por conduzir as políticas pedagógicas e administrativas da rede local.

Às 18h, em frente à sede da Prefeitura, ocorre o ato de entrega do veículo escolar e a formalização das novas frentes de trabalho por meio da assinatura das ordens de serviço. De acordo com a gestão, o conjunto de medidas busca ampliar a mobilidade estudantil e garantir o desenvolvimento da infraestrutura da cidade.

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Afogados da Ingazeira: IPA reinaugura unidade e amplia frota de veículos

 

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) reinaugurou, nesta sexta-feira (9), seu escritório em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. Além da reforma da estrutura física, a unidade recebeu novos veículos destinados ao atendimento de produtores rurais da região.

A entrega faz parte do cronograma de investimentos do Governo de Pernambuco no setor agropecuário. Segundo a gestão estadual, o objetivo é reduzir o tempo de resposta nas demandas de assistência técnica e fortalecer a logística de escoamento e suporte à agricultura familiar local.

O deputado estadual Luciano Duque participou do evento ao lado do presidente do órgão, Miguel Duque. O parlamentar acompanhou a entrega dos equipamentos e destacou a execução das políticas públicas voltadas ao setor produtivo.

“É com estrutura e parceria que seguimos cuidando de quem produz e movimenta o nosso estado”, declarou o deputado.

Com a nova frota, o escritório do IPA em Afogados da Ingazeira amplia a capacidade de deslocamento das equipes técnicas para as zonas rurais do município e cidades vizinhas.

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Raquel participa da entrega do Vanete Almeida em Serra Talhada, diz blog

 

Do Blog do Júnior Campos

A entrega das 902 casas do Residencial Vanete Almeida, marcada para o próximo dia 16 de janeiro, em Serra Talhada, vai muito além de um ato administrativo. 

O evento, que contará com a presença confirmada da governadora Raquel Lyra (PSD), deve se transformar no primeiro grande momento da pré-corrida eleitoral de 2026 no Sertão do Pajeú, reunindo os principais agentes da política local e estadual.

O Portal Júnior Campos apurou, junto à Casa Civil, que a governadora estará presente na cerimônia de entrega do conjunto habitacional. A confirmação oficial reforça o peso político do evento, que reunirá adversários históricos e aliados em campos opostos.

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Janeiro Branco: cuidar da Saúde Mental da criança constrói um adulto saudável e confiante

Janeiro Branco: cuidar da Saúde Mental da criança constrói um adulto saudável e confiante

No Mês da Conscientização Mental e Emocional, neurocirurgião e especialista em desenvolvimento infantil comenta como os pais podem ajudar seus filhos a serem emocionalmente saudáveis.

O termo “saúde mental” tem ganhado cada vez mais destaque na sociedade. Hoje, felizmente, fala-se mais sobre o bem-estar emocional de jovens, adultos e idosos. No entanto, esse é um tema que deve ser abordado ao longo de toda a vida, com especial atenção à infância, quando o desenvolvimento emocional começa a se estruturar. O mês de Janeiro Branco, dedicado à conscientização sobre a saúde mental e emocional, traz uma oportunidade para refletirmos sobre o impacto do estresse, transtornos de comportamento e até a depressão infantil.
 

Segundo o neurocirurgião e especialista em desenvolvimento infantil, Dr. André Ceballos, a primeira infância, que vai até os seis anos de idade, é o momento ideal para os pais ensinarem seus filhos a lidar com seus sentimentos mais profundos. “Priorizar a saúde mental na infância é um investimento a longo prazo. Pais e cuidadores podem fazer isso promovendo um ambiente acolhedor, sem julgamentos e aberto a conversas, onde os pequenos possam se desenvolver e ter suas escolhas, sentimentos e divergências respeitados ao longo de sua formação. Certamente, no futuro, eles se tornarão adultos saudáveis, felizes e confiantes”, explica o especialista.
 

O Dr. Ceballos ainda explica que, nos primeiros anos de vida, o cérebro infantil está em rápida expansão, absorvendo experiências que influenciam diretamente o desenvolvimento emocional e psicológico. Crianças em ambientes que promovem o bem-estar emocional tendem a adquirir habilidades como empatia, resolução de problemas e enfrentamento de desafios. Em contrapartida, situações de estresse crônico ou negligência emocional podem afetar o aprendizado, a socialização e até a saúde física. “É nessa fase que elas aprendem a construir relações saudáveis, a reconhecer e gerenciar suas emoções e a explorar o mundo com curiosidade e segurança, por isso a atenção deve ser redobrada”.
 

Para o especialista destaca dicas práticas para incluir no dia a dia, veja:
 

Criação de um ambiente seguro

Um ambiente seguro é capaz de garantir que a criança se sinta acolhida e protegida, tanto física quanto emocionalmente. Além disso, ele promove diversos benefícios como o desenvolvimento saudável do cérebro, estimula a criação e a criatividade, favorece a interação social e protege a criança de possíveis traumas e situações marcantes.
 

Comunicação aberta:

Pais preocupados, desde os primeiros sinais de fala de seus filhos, procuram incentivar a comunicação aberta sobre seus sentimentos. Ao fazer isso a criança tem mais autonomia e confiança para lidar com sentimentos complicados como a raiva, mágoa, tristeza e frustração e tendo os pais como principais ouvintes saberão para quem recorrer quando algo der errado. Por isso, é necessário sempre escutar com empatia, sem julgamentos e oferecer formas reais de resolver os problemas junto a criança.

Rotinas equilibradas

É fundamental estabelecer rotinas que proporcionem um equilíbrio entre momentos de aprendizagem, lazer e descanso. Um cronograma bem estruturado ajuda a criança a desenvolver disciplina e fornecer segurança emocional, criando um ambiente propício para o crescimento saudável. Reserve horários regulares para estudar, brincar e relaxar, garantindo que as crianças tenham tempo para explorar e também para recarregar suas energias.
 

Brincadeiras e interações

As atividades lúdicas desempenham um papel essencial no desenvolvimento infantil. Por meio de brincadeiras e interações, as crianças estimulam a criatividade, aprendem a socializar e a resolver conflitos de forma construtiva. Proporcione momentos para jogos em grupo e atividades ao ar livre, incentivando a convivência e a troca de experiências. Essas práticas são cruciais para o desenvolvimento emocional e social.
 

Apoio profissional:

Por fim, não hesite em procurar ajuda de especialistas em casos de mudanças comportamentais significativas ou dificuldades emocionais persistentes. Isso pode ser necessário quando a criança demonstra um comportamento muito recluso, agressivo ou outro detalhe que chame a atenção dos pais. Toda ajuda é bem vinda em casos peculiares e extremos que necessitam de uma segunda opinião.

Fonte https://diariopcd.com.br/janeiro-branco-cuidar-da-saude-mental-da-crianca-constroi-um-adulto-saudavel-e-confiante/

Postado Pôr Antônio Brito

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

USP lança primeiro curso de aperfeiçoamento em gestão de esporte paralímpico

USP lança primeiro curso de aperfeiçoamento em gestão de esporte paralímpico

Inscrições para a formação à distância que qualifica profissionais para atuação da iniciação ao alto rendimento e à gestão do esporte paralímpico abrem dia 15 de janeiro

A Universidade de São Paulo (USP) lança o curso de aperfeiçoamento “Esporte Paralímpico: Iniciação, Alto Rendimento e Gestão”, desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Estado de São Paulo com a formação qualificada de profissionais e com o fortalecimento do esporte paralímpico em diferentes contextos.

O curso será ofertado pela Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP/USP), na modalidade aperfeiçoamento, com aulas à distância, e tem como público-alvo pessoas com graduação em andamento ou concluída em qualquer área do conhecimento, que tenham interesse ou atuação no esporte paralímpico em escolas, prefeituras, clubes, ONGs e projetos sociais.

As inscrições devem ser realizadas on-line, de 15 de janeiro a 31 de março de 2026, por meio do Sistema Apolo da USP. A taxa de inscrição custa R$ 210. Após o início do curso, os alunos matriculados pagarão quatro mensalidades de R$ 450, via boleto bancário. A seleção será feita por ordem de inscrição, desde que o candidato cumpra todos os requisitos exigidos.

Com início previsto para 6 de abril de 2026 e término em 30 de dezembro de 2026, o curso contará com carga horária distribuída em atividades on-line, além de duas visitas presenciais previstas. Ao todo, serão oferecidas 150 vagas, sendo 15 gratuitas, destinadas a candidatos que solicitarem isenção conforme os critérios estabelecidos.

Formação qualificada e visão integrada
O objetivo do curso é capacitar os participantes para compreender o sistema de classificação funcional, liderar e identificar iniciativas de gestão no esporte paralímpico, analisar as modalidades paralímpicas com base científica e aplicar ferramentas e estratégias para a resolução de problemas da prática profissional.

A grade curricular contempla conteúdos como formação esportiva paralímpica e treinamento para o rendimento no esporte paralímpico. A proposta pedagógica alia fundamentos teóricos e práticos, atualização científica e tecnológica, além do estudo de novas técnicas de treinamento e estratégias de formação esportiva até o alto rendimento.

A parceria entre a SEDPcD, o CPB e a Universidade de São Paulo, amplia as oportunidades de formação e contribui para o desenvolvimento de profissionais preparados para atuar de forma qualificada, inclusiva e inovadora no esporte paralímpico brasileiro.

Fonte: Departamento de Comunicação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Fonte https://diariopcd.com.br/usp-lanca-primeiro-curso-de-aperfeicoamento-em-gestao-de-esporte-paralimpico/

Postado Pôr Antônio Brito

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Prefeito anuncia novo hospital e investimentos em infraestrutura para Tabira

  

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, anunciou a construção de um novo hospital no município, com investimento estimado em R$ 7 milhões. As informações foram divulgadas pelo jornalista Júnior Alves em seu perfil no Instagram, a partir da participação do gestor no programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, no último dia de 2025, quando Flávio fez um balanço das ações da gestão em 2025 e apresentou perspectivas para o próximo ano.

Durante a entrevista, o prefeito destacou ações desenvolvidas em diversas secretarias ao longo do ano, com ênfase na área da Saúde. Segundo ele, o município encerrou 2025 com a realização de mais de 70 partos cesarianos, além de centenas de cirurgias de pequeno e médio porte na rede municipal.

Ao tratar das projeções para 2026, Flávio informou que já há recursos em caixa para obras de mobilidade urbana, incluindo a intervenção no trecho da entrada da cidade, do Trevo até o bairro Riacho do Gado, e a modernização da Avenida Coronel Zuza Barros até a Rua Antônio Pereira Amorim.

De acordo com o gestor, o principal anúncio é a construção do novo hospital de Tabira. A obra será viabilizada por meio de emendas do senador Humberto Costa e do deputado federal Carlos Veras, além de recursos próprios do município, provenientes da venda da Compesa, que devem ultrapassar R$ 5 milhões.

Ainda segundo informações divulgadas por Júnior Alves, o prefeito afirmou que a governadora Raquel Lyra deve visitar Tabira para assinar a ordem de serviço do Anel Viário e da nova Estação de Tratamento de Água (ETA), que deverá duplicar o volume diário de abastecimento no município.

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Pajeú se consolida como um dos maiores colégios eleitorais do Sertão pernambucano

 

O Sertão do Pajeú aparece como um dos principais colégios eleitorais do Sertão de Pernambuco, com 347.437 eleitores distribuídos em 17 municípios, segundo levantamento realizado pelo Blog do Didi Galvão. De acordo com o blog do Didi Galvão, a região fica praticamente empatada com o Sertão do São Francisco, que soma 349.348 eleitores, porém concentrados em apenas sete municípios.

Ainda segundo o Blog do Didi Galvão, os números reforçam o peso político do Pajeú no cenário estadual e devem ser considerados por pré-candidatos às 49 cadeiras da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e às 25 vagas do estado na Câmara dos Deputados, em Brasília. A capilaridade do eleitorado pajeuzeiro, espalhado por um maior número de cidades, amplia o potencial de articulação política regional.

De acordo com o Didi Galvão, o histórico político do Sertão demonstra a força que a região já exerceu em momentos decisivos da política nacional e estadual. O Sertão pernambucano já teve o senador Nilo Coelho na presidência do Congresso Nacional e o deputado Inocêncio Oliveira na presidência da Câmara Federal. Inocêncio, inclusive, é o parlamentar pernambucano com o maior número de mandatos consecutivos, eleito dez vezes seguidas. Outro destaque citado é Felipe Coelho, eleito deputado estadual por onze mandatos consecutivos e presidente da Alepe em duas ocasiões.

O levantamento do Blog do Didi Galvão detalha ainda a distribuição do eleitorado por região do Sertão. No Sertão do Pajeú, os maiores colégios eleitorais são Serra Talhada (61.875 eleitores), Afogados da Ingazeira (29.216), São José do Egito (23.671) e Tabira (20.960), seguidos por municípios como Carnaíba, Flores, Triunfo e Itapetim, entre outros.

De acordo com os dados consolidados pelo blog, o Sertão de Pernambuco soma 1.373.658 eleitores, o que representa 19,39% do total de 7.085.193 eleitores do estado. Para o Blog do Didi Galvão, o volume expressivo de eleitores reforça que os sertões — especialmente o Pajeú — seguem sendo decisivos para o futuro político de Pernambuco, independentemente da sub-região de origem dos candidatos.

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SJE: Fredson Brito assina ordem de serviço para requalificação da Praça Antônio Jorge

 

O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, assinou na manhã desta terça-feira (6), feriado de Reis, a ordem de serviço para a requalificação e reforma da Praça Antônio Jorge. A intervenção será realizada por meio de parceria entre a prefeitura e o Grupo Pajeú.

O ato contou com a presença de secretários municipais, moradores, lideranças locais e do diretor-presidente do Grupo Pajeú, Antônio Caiçara. Também participaram o vice-prefeito Zé Marcos, a primeira-dama Lúcia Brito e vereadores da bancada governista.

De acordo com a prefeitura, o investimento previsto supera R$ 1,1 milhão. Como parte da parceria, uma área será cedida para a ampliação da loja do Grupo Pajeú no município. A contrapartida inclui ainda o alargamento da via em frente ao estabelecimento, com impacto na organização do tráfego local.

O projeto prevê a implantação de pista de caminhada, área cultural com palco, parque infantil, playground, espaço destinado a animais de pequeno porte, iluminação, arborização e 57 vagas de estacionamento.

Durante a solenidade, Antônio Caiçara afirmou que os recursos para a obra já estão assegurados. “Os recursos da obra já estão garantidos, com o dinheiro separado em conta específica”, disse.

O prefeito Fredson Brito destacou que a praça existe desde 1993 e não havia passado por uma intervenção desse porte. Segundo ele, a proposta é adequar o espaço para uso de diferentes faixas etárias e atividades culturais e de convivência.

Moradores também acompanharam o ato. A moradora Silvia Lessa afirmou que a requalificação atende a uma demanda antiga da comunidade.

A obra integra as ações de requalificação de espaços públicos conduzidas pela gestão municipal.

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Pedidos de demissão disparam após as festas e colocam saúde emocional no centro da estratégia das empresas

Pedidos de demissão disparam após as festas e colocam saúde emocional no centro da estratégia das empresas

Alta rotatividade no início do ano reforça pressão sobre RHs e leva empresas a mapear riscos emocionais

O início do ano costuma concentrar pedidos de demissão nas empresas. Dados do Global Talent Trends Report, do LinkedIn em parceria com a PwC, indicam que o Brasil lidera o ranking global de turnover voluntário, com 56% dos desligamentos ocorrendo por decisão do próprio trabalhador, acima da média mundial, estimada em cerca de 38%. O movimento se intensifica nas primeiras semanas de janeiro, após o recesso.

Jéssica Palin, psicóloga e advogada especializada em saúde emocional corporativa, explica que o fim de ano funciona como um período de balanço pessoal e profissional. “Janeiro é quando o colaborador toma decisões que vinha adiando. Se há desgaste emocional acumulado, desalinhamento de valores ou sensação de falta de escuta, o pedido de demissão aparece logo no início do ano”, afirma.

O impacto da rotatividade vai além da reposição de vagas. Estudo da Gallup aponta que o custo de substituir um colaborador pode variar de 50% a 200% do salário anual, considerando perdas de produtividade, recrutamento, tempo de adaptação e impacto no clima organizacional. Em mercados com alta rotatividade, como o brasileiro, esse efeito se reflete diretamente nos resultados financeiros.

Pesquisas mostram que o fator emocional tem peso decisivo na permanência dos profissionais. Segundo a Gallup, colaboradores emocionalmente engajados são 59% menos propensos a procurar outro emprego de forma ativa. 

Já entre aqueles que relatam exaustão, conflitos recorrentes ou falta de reconhecimento, a intenção de saída tende a crescer após períodos de pausa, como férias e recessos prolongados.

Diante desse cenário, empresas passaram a adotar estratégias preventivas antes mesmo da virada do calendário, com foco no mapeamento de riscos emocionais. Diagnósticos estruturados têm sido utilizados para identificar sinais de esgotamento, conflitos silenciosos e falhas de liderança que, se ignorados, costumam se transformar em pedidos de desligamento no início do ano.

“O emocional mal gerido custa caro em dinheiro, clima e reputação. Quando a empresa só reage depois que o colaborador pede demissão, o problema já deixou de ser individual e passou a ser estrutural”, diz Palin. Segundo a especialista, a leitura antecipada do clima emocional permite ajustes ainda no fim do ano, reduzindo perdas no primeiro trimestre.

A pressão por mudanças se intensifica com a entrada da Geração Z no mercado de trabalho. Pesquisa global da Deloitte indica que 76% desses profissionais priorizam a saúde mental ao escolher onde trabalhar, e quase metade relata níveis frequentes de ansiedade. Esse perfil tende a reagir mais rapidamente a ambientes emocionalmente desorganizados.

Além do aspecto cultural, o tema ganhou peso regulatório. Em 2024, foi sancionada a Lei nº 14.831, que criou o Certificado de Empresa Promotora da Saúde Mental. No mesmo ano, a Portaria nº 1.419 do Ministério do Trabalho atualizou a NR-1 e incluiu oficialmente os fatores psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Para Jéssica Palin, o início do ano se tornou um termômetro da saúde emocional das equipes. “Janeiro revela o que foi negligenciado ao longo do ano anterior. Empresas que conseguem agir antes da ruptura reduzem perdas e preservam talentos. As que ignoram entram em um ciclo contínuo de rotatividade”, conclui.

Fontes de pesquisas

LinkedInhttps://www.linkedin.com/talent-solutions/global-talent-trends

PwChttps://www.pwc.com/gx/en/services/people-organisation/workforce-of-the-future.html

Galluphttps://www.gallup.com/workplace

Deloittehttps://www.deloitte.com/global/en/issues/work/genzmillennialsurvey.html

Fonte https://diariopcd.com.br/pedidos-de-demissao-disparam-apos-as-festas-e-colocam-saude-emocional-no-centro-da-estrategia-das-empresas/

Postado Pôr Antônio Brito

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Cada vez mais frequentes nos aeroportos, ataques cardíacos aumentam em 50% no final do ano

Cada vez mais frequentes nos aeroportos, ataques cardíacos aumentam em 50% no final do ano

A intensificação das viagens no fim do ano expõe mais brasileiros a fatores de risco pouco percebidos, mas cada vez mais frequentes nos aeroportos

O aumento das viagens internacionais e o crescimento histórico da aviação comercial reacenderam um alerta: o avanço das emergências médicas em pleno voo. O número de passageiros em rotas de longa duração bateu recorde em 2024, ultrapassando 4,7 bilhões de viajantes no mundo e aumentando a exposição a fatores de risco pouco percebidos, como desidratação, hipóxia leve, aumento da pressão arterial e longos períodos de imobilidade.

Cerca de a cada 604 voos registra algum tipo de emergência médica e que problemas cardiovasculares representam aproximadamente 7% de todos os incidentes, mas são responsáveis por mais de 50% dos pousos não programados. As aeronaves modernas permitem rotas mais longas, algumas superando 15 horas de duração, o que intensifica o estresse fisiológico, altera padrões circulatórios e potencializa gatilhos cardíacos em passageiros vulneráveis. O crescimento acelerado do fluxo global de passageiros pressiona aeroportos e companhias aéreas a reforçar a estrutura de triagem, atendimento e resposta rápida para lidar com emergências em um ambiente que, historicamente, não foi projetado para demandas médicas complexas.

Com o aumento das rotas longas, companhias aéreas e aeroportos já discutem protocolos mais rígidos de prevenção e atendimento, ampliando equipes treinadas, áreas de suporte médico e integração com serviços especializados. No Brasil, aeroportos que concentram voos internacionais de longo curso vêm registrando mais acionamentos de equipes médicas por sintomas como dor torácica, falta de ar, arritmias e mal-estar generalizado, quadro agravado pelo calor, cansaço acumulado e pela lotação típica de períodos de férias.

Victor Reis, Presidente do Grupo Med+, destaca que o fenômeno exige mudança de mentalidade no setor. “O passageiro precisa entender que o voo não é um ambiente neutro. A altitude, a pressurização e o longo período sentado podem agravar condições pré-existentes. Por isso, preparar o corpo antes de viajar e buscar orientação médica quando necessário é uma medida essencial de segurança”, afirma. O setor aeroportuário vive um momento de readequação, com demanda crescente por postos de atendimento mais robustos, tecnologias de monitoramento e protocolos integrados entre operadores aéreos e equipes de emergência.

A tendência global aponta para uma aviação que precisa ser cada vez mais preparada do ponto de vista clínico, não apenas operacional. Países da Europa e da Ásia já discutem a inclusão de testes rápidos de saúde antes de longas viagens, além da ampliação obrigatória de desfibriladores automáticos e treinamento avançado de tripulação para emergências cardíacas.

Aeroportos brasileiros, por sua vez, começam a seguir a mesma direção, reforçando equipes de atendimento, estruturando fluxos de emergência integrados com bombeiros de aeródromo e adotando tecnologias que aceleram o diagnóstico inicial. A hidratação inadequada, o consumo excessivo de álcool antes do embarque, o sedentarismo e o estresse pré-viagem estão entre os fatores mais associados ao aumento dos casos, especialmente em rotas acima de 8 horas. A combinação entre maior fluxo de passageiros e maior distância de voo torna urgente um redesenho da experiência de viagem, no qual a saúde passa a integrar a lógica de segurança aeroportuária.

O desafio agora é transformar protocolos, que antes eram complementares, em parte central da estratégia de segurança aeroportuária. Com aeroportos mais cheios e aeronaves que voam por períodos cada vez mais longos, cresce a responsabilidade das equipes de aeródromo, das companhias aéreas e das estruturas médicas presentes nos terminais.

Victor reforça que a prevenção é a etapa mais importante de toda a cadeia. “A saúde do passageiro começa no solo. Um aeroporto preparado reduz riscos, acelera atendimentos e salva vidas. Qualquer minuto conta quando falamos de emergências cardíacas, e por isso a integração entre tecnologia, equipes treinadas e atendimento imediato é decisiva para o sistema de aviação moderno”, afirma. O cenário projetado para 2026 indica que a saúde será um dos novos pilares estratégicos do setor aéreo, impulsionando investimentos, reorganizando fluxos e ampliando o papel dos aeroportos como estruturas essenciais de proteção ao viajante.


Fonte https://diariopcd.com.br/cada-vez-mais-frequentes-nos-aeroportos-ataques-cardiacos-aumentam-em-50-no-final-do-ano/

Postado Pôr Antônio Brito

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Por que precisamos de políticas baseadas em evidências na educação?

Por que precisamos de políticas baseadas em evidências na educação? - OPINIÃO - Por Jorge Amaro de Souza Borges

OPINIÃO

  • * Por Jorge Amaro de Souza Borges

Quando o Parlamento troca o essencial pelo espetáculo, quem paga a conta é a criança brasileira, sobretudo a mais pobre

Recentemente, Santa Catarina foi palco de um intenso debate educacional após a Assembleia Legislativa aprovar um pacote de medidas polêmicas: extinção das cotas raciais nas universidades estaduais, exame toxicológico, proibição de suposta “doutrinação ideológica”, restrição a celebrações como o Halloween e a instalação obrigatória de câmeras em sala de aula. O discurso utilizado para justificar tais medidas é sempre o mesmo: proteger valores culturais, morais e familiares. Porém, o que fica evidente é outra coisa: a completa desconexão entre o Parlamento e a realidade das escolas catarinenses.

Quando observamos os indicadores oficiais de infraestrutura escolar, as prioridades necessárias se impõem com clareza quase dolorosa. Dados nos mostram que apenas 65% das escolas de Santa Catarina possuem condições mínimas de acessibilidade, o que significa que crianças e jovens com deficiência continuam enfrentando barreiras físicas para exercer um direito básico: estudar. No mesmo levantamento, apenas 51% das escolas estão ligadas à rede pública de esgoto, revelando um déficit estrutural grave de saneamento básico — condição elementar de dignidade humana, saúde pública e aprendizagem.

E há mais: somente 48% das escolas contam com quadra de esportes, apenas 36% possuem laboratório de informática, e meros 13% contam com laboratório de ciências. Ou seja: em pleno século XXI, na chamada “sociedade do conhecimento”, metade das escolas catarinenses não oferece condições adequadas para esporte, tecnologia e experimentação científica — três pilares fundamentais para uma educação moderna, integral e democrática. Mesmo assim, essas questões essenciais não estão no centro do debate legislativo. Não viram manchetes. Não entram na pauta. 

Ao invés de discutir programas estruturantes de infraestrutura, inclusão, formação de professores, acesso ao conhecimento e redução das desigualdades, parte do Parlamento prefere alimentar pautas simbólicas, moralistas e ideologizadas, que produzem ruído, mas não produzem qualidade educacional. Criam-se falsos inimigos para evitar enfrentar problemas reais. Discute-se Halloween enquanto falta saneamento básico; combate-se uma “doutrinação” inexistente enquanto estudantes seguem sem laboratório de ciências; propõe-se câmeras em sala enquanto faltam acessibilidade e quadras de esporte.

Essa distorção da agenda não é um fenômeno isolado de Santa Catarina. Ela integra uma lógica mais ampla, nacional, que insiste em reduzir a educação a palanque político. Recentemente, o Congresso Nacional retirou quase R$ 400 milhões do orçamento de 2026 das universidades federais. Em paralelo, seguimos reféns de um modelo de emendas parlamentares que pouco dialoga com planejamento de Estado, que não é republicano, não é estruturante, não é transparente e, muitas vezes, não atende ao interesse público, mas sim a interesses eleitorais.

Enquanto isso, nossas escolas enfrentam desafios crescentes com as mudanças climáticas, altas temperaturas, impacto sobre saúde e aprendizagem, demandando refrigeração adequada, ventilação, espaços seguros, conectividade estável e políticas de inclusão. Como exigir excelência pedagógica de professores que trabalham em salas insalubres, sem equipamentos, sem estrutura mínima e que precisam serem cuidados, inclusive no âmbito da saúde mental? Como esperar inovação onde falta o básico?

Políticas públicas sérias precisam ser guiadas por evidências, não por paixões ideológicas ou disputas eleitorais. Evidências mostram que escolas com infraestrutura adequada têm melhor desempenho educacional, menos evasão, maior engajamento e alunos emocionalmente mais protegidos. Evidências mostram que inclusão, acessibilidade e diversidade não são ameaças; são condições para justiça social e desenvolvimento humano. Evidências mostram que investimento em educação não é gasto: é futuro, é soberania, é civilização.

Santa Catarina, assim como o Brasil, precisa olhar para dados, ouvir pesquisadores, dialogar com educadores e respeitar estudantes. Precisamos de um Programa Nacional de Aceleração da Infraestrutura Educacional, começando pelos itens básicos: acessibilidade, saneamento, conectividade, refrigeração, laboratórios, bibliotecas, quadras e espaços de convivência. Precisamos de planejamento de longo prazo, transparência e compromisso com o direito à educação como pilar de um país democrático. Precisamos de uma política de cuidado para nossos professores, eles precisam estar em paz para educarem!

Quando o Parlamento troca o essencial pelo espetáculo, quem paga a conta é a criança brasileira, sobretudo a mais pobre, a negra, a quilombola, a pessoa com deficiência, o estudante da periferia rural e urbana. Precisamos recolocar a educação no eixo da razão, da responsabilidade pública e da ciência. Só assim construiremos um Brasil que realmente acredita que educar é transformar vidas — e não produzir manchetes.

  • * Jorge Amaro de Souza Borges é Doutor em Políticas Públicas e Pós-Doutor em Desenvolvimento Rural

ARTIGO ORIGINALMENTE PUBLICADO EM: https://sul21.com.br/opiniao/2026/01/por-que-precisamos-de-politicas-baseadas-em-evidencias-na-educacao-por-jorge-amaro-de-souza-borges

Fonte https://diariopcd.com.br/por-que-precisamos-de-politicas-baseadas-em-evidencias-na-educacao/

Postado Pôr Antônio Brito

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Drama hídrico se intensifica em cidades sertanejas

 

Uma das maiores estiagens dos tempos recentes está dando dor de cabeça pra Compesa e principalmente para os usuários em várias cidades do Sertão. Prova disso são os vários comunicados atestando crise em sistemas adutores. Neste sábado,  foram anunciados serviços de manutenção emergencial na Estação de Tratamento de Água Luiz Gonzaga, que integra o Sistema Adutor que integra o Sistema Adutor do Oeste.

“Devido à ocorrência, o sistema está operando com vazão reduzida em 40%, o que pode afetar os municípios de Granito, Exu e o distrito de Timorante (Exu)”, diz a Compesa.

Na última quarta a Compesa informa que o Sistema Zé Dantas encontra-se operando com redução de aproximadamente 50% da sua vazão, em razão da necessidade de realização de manutenções emergenciais de natureza eletromecânica em dois poços localizados no distrito de Fátima.

“As intervenções decorrem de ocorrências técnicas identificadas de forma repentina, que exigem serviços especializados para garantir a segurança operacional, a confiabilidade dos equipamentos e a continuidade sustentável do sistema”.

Em função da complexidade dos serviços, que demandam a mobilização de equipes técnicas especializadas e a substituição de componentes específicos, a previsão é de que a plena recuperação da vazão do sistema ocorra até o dia 15 de janeiro.

Nem as medidas operacionais para minimizar os impactos à população anunciadas resolvem o problema. Esta semana, dezenas de ouvintes da Rádio Pajeú reclamaram falta de água em bairros de Afogados da Ingazeira. O calendário provisório de abastecimento para as áreas afetadas não está sendo cumprido.

A comunicadora Michelli Martins fez um desabafo. “O povo clama na Rádio Pajeú. Cuidem em ajustar esse abastecimento o povo não aguenta mais. Aqui no São Brás, na parte alta onde moro o povo tá clamando por água que deveria ter chegado na madrugada da quarta pra quinta até a manhã do sábado. Até hoje nada, isso é um absurdo. Respeitem os clientes”, reclamou.

Na terça-feira,  foram executados serviços de manutenção emergencial na Adutora do Oeste. “Em virtude dos serviços, foi preciso suspender o abastecimento dos municípios de Trindade, Ipubi e Araripina”.

Nill Junior – Informação com credibilidade

Luiz de Raimundo pula para base governista e Fredson passa a ter maioria


O vereador Luiz de Raimundo aderiu ao grupo político do prefeito Fredson Brito. Com isso, garantiu maioria governista na Câmara Municipal de São José do Egito. Luiz esteve acompanhado do irmão Naldinho de Raimundo, ex-vice-prefeito, e de Ronaldo, articulador político da família, reforçando que a decisão foi construída “de forma coletiva”. Com a chegada de Luiz, a base do governo passa a contar com os vereadores Aldo Lima, Vicente de Vevéi, Gerson Souza, Tadeu do Hospital, Daniel Siqueira, Patrícia de Bacana e Luiz de Raimundo, assegurando apoio aos projetos do executivo.

Luiz também anunciou apoio à chapa completa do prefeito Fredson nas próximas eleições, incluindo a governadora Raquel Lyra, o deputado estadual Gustavo Gouveia e o deputado federal Marcelo Gouveia.

Por outro lado, enfraquece o grupo do principal adversário de Fredson,  Albérico Thiago, primo do gestor, que se aliou à oposição depois de não receber seu apoio para presidir a Câmara.

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